Esposa de Cabral está sozinha em cela de presídio
A ex-primeira dama do Estado do Rio Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), está sozinha numa cela da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, um das unidades do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona Oeste da capital; ela está em uma galeria para presas com nível superior; a cela de seis metros quadrados tem um beliche de alvenaria, pia, chuveiro e sanitário; de acordo com a Seap, Adriana se alimenta normalmente"; segundo a Operação Calicute, Adriana participou da lavagem e da ocultação de proveitos de origem ilícita consequentes da corrupção supostamente praticada por Cabral
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Rio 247 - A ex-primeira dama do Estado do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), está sozinha numa cela da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, um das unidades do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona Oeste da capital. Ela está em uma galeria para presas com nível superior. A ala tem nove celas e 18 vagas, mas apenas sete mulheres estão no local. A cela de seis metros quadrados tem um beliche de alvenaria, pia, chuveiro e sanitário.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), Adriana Ancelmo "passa bem e se alimenta normalmente". No café da manhã desta quarta-feira (7), ela recebeu pão com manteiga e café com leite. A Seap não informou o cardápio do almoço. Diariamente são servidos arroz ou macarrão, feijão, carne branca ou vermelha, farinha, legumes e refresco.
Adriana Ancelmo tem direito a banhos diários de sol e poderá receber visitas assim que sua família se cadastrar na Seap. O documento leva cerca de quinze dias para ficar pronto. Antes desse prazo, os parentes podem requerer visita extraordinária à presa. Ela ainda não recebeu visitas.
Acusações
Segundo as investigações da Operação Lava Jati, Adriana praticou diversos atos que, aparentemente, representam evidências de sua participação na lavagem e na ocultação de proveitos de origem ilícita consequentes da corrupção, supostamente praticada por Cabral, acusado de liderar um grupo que desviou cerca de R$ 224 milhões em contratos com diversas empreiteiras, dos quais R$ 30 milhões referentes a obras tocadas pela Andrade Gutierrez e a Carioca Engenharia.
Adriana tinha sido alvo de condução coercitiva e prestou depoimento na sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio e em seguida foi liberada. Os agentes federais também cumpriram mandado de busca e apreensão no Escritório Ancelmo Advogados.
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