'Era trabalhador', diz mãe de pintor morto durante operação no Complexo da Pedreira

O trabalhador Fabrício Alves foi atingido por uma bala durante um confronto entre PMs e traficantes no Complexo da Pedreira

(Foto: Reprodução)


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247 - Num clima de revolta e comoção, o corpo do pintor Fabrício Alves de Souza, de 26 anos, foi enterrado na tarde desta quarta-feira (22), no Cemitério de Inhaúma, no Rio de Janeiro.

O trabalhador foi atingido por uma bala durante um confronto entre PMs e traficantes no Complexo da Pedreira. Familiares e amigos vestiam camisas com o rosto de Fabrício e portando cartazes pedindo justiça.

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A mãe do jovem, Edna da Silva Alves, precisou ser amparada por amigos e parentes. "Ele era trabalhador", repetia ela, entre lágrimas, em diversos momentos. Quando foi atingido, o rapaz havia acabado de sair de casa para dar início ao expediente diário. Ele deixou uma viúva e duas filhas pequenas, que ainda não sabem da morte do pai.

Um inquérito da Polícia Militar foi instaurado para averiguar se os disparos que atingiram o rapaz partiram da arma de policiais do 41º BPM (Irajá) que participavam da incursão. A investigação interna correrá em paralelo à da Polícia Civil.

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