Empresa particular fará retirada do avião do mar em Paraty
Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Aeronáutica responsável pela principal investigação sobre as causas do acidente, informou que as condições para o resgate da aeronave são mais difíceis do que inicialmente previstas; por enquanto a operação de resgate da aeronave está parada e não há prazo para que ela seja retomada. A retirada efetiva pode demorar dias; segundo o tenente-coronel aviador Edson Amorim Bezerra, responsável pela investigação sobre a queda do avião, o gravador que registra as conversas do piloto foi encaminhado para Brasília, onde seu conteúdo será analisado
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Rio 247 - A retirada dos destroços do avião que caiu no mar de Paraty, matando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki e outras quatro pessoas será feita por uma empresa particular.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Aeronáutica responsável pela principal investigação sobre as causas do acidente, informou que as condições para o resgate da aeronave são mais difíceis do que inicialmente previstas.
"Verificamos que a retirada do avião será complexa, porque ele está num local muito raso, onde a profundidade é de apenas três metros", disse o tenente-coronel aviador Edson Amorim Bezerra, responsável pela investigação sobre a queda do avião. "Nesses casos, é preciso contratar uma empresa especializada, e cabe ao dono arcar com o custo", afirmou.
Por enquanto a operação de resgate da aeronave está parada e não há prazo para que ela seja retomada. A retirada efetiva pode demorar dias.
Segundo o tenente-coronel, o gravador que registra as conversas do piloto foi encaminhado para Brasília, onde seu conteúdo será analisado.
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