Empresa decide suspender o controle de tornozeleiras eletrônicas de 5.500 presos no Rio

5,5 mil presos domiciliares no estado do Rio de Janeiro deixarão de ser monitorados pelas tornozeleiras eletrônicas. Em represália à alegada falta de pagamento do governo do Rio, a empresa paranaense Spacecomm Monitoramento divulgou que suspenderá o controle das tornozeleiras eletrônicas fornecidas à Secretaria Estadual do Sistema Penitenciário do Rio (Seap)

(Foto: Jefferson Coppola)


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247 -  A empresa paranaense Spacecomm Monitoramento anunciou que suspenderá o monitoramento remoto das tornozeleiras eletrônicas cedidas à Secretaria Estadual do Sistema Penitenciário do Rio (Seap). O motivo alegado pela empresa é a falta de pagamento pelo serviço. 

A reportagem do jornal O Globo destaca que “com a medida, cerca de 5,5 mil presos que usam os equipamentos da firma deixam de ser monitorados. A Spacecom, no documento em que comunica a decisão à Seap, reclama uma dívida acumulada de R$ 13,5 milhões. Através de carta, a empresa pede à Seap a devolução de todas as tornozeleiras até dia 1º de junho. Na prática, a Spacecom continuará recebendo dados sobre presos que violarem as restrições impostas pela tornozeleira, mas o sistema não acusará a transgressão, uma vez que o software é da empresa e ela se considera desobrigada a fornecer a informação.”

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A matéria ainda informa que “a carta, assinada por Sávio Peregrino Bloomfield, alega que decidiu suspender o monitoramento diante da omissão da Seap na condução do pleito da empresa, que alega o não pagamento de parcelas do contrato referentes aos meses de novembro e dezembro de 2018; de julho a dezembro de 2019; e a ausência de qualquer pagamento desde janeiro deste ano, acumulando então uma dívida de R$ 13,5 milhões.”

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