Empreiteiro: O governo precisa de Angra 3, nós não

Ao serem informados do pedido da Eletrobrás, estatal da qual a Eletronuclear é subsidiária, para negociar um desconto no preço de R$ 3 bilhões nas obras de Angra 3, divididas pela Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Odebrecht, Camargo Corrêa, Techint, EBE e UTC, o grupo reagiu: “O governo precisa urgentemente de Angra 3. Nós enquanto empresários não. Ele (Valter Luiz Cardeal, diretor de geração da Eletrobrás que queria desconto de 20% no preço da licitação) vai ameaçar, vai nos desqualificar como empresas, enfim virá cheio de impropérios e nós com cara de paisagem, sem cair na cilada que ele está armando para nós”, afirmou o então diretor comercial de Energia da Camargo; troca de e-mails foi encaminhada ao Cade 

Ao serem informados do pedido da Eletrobrás, estatal da qual a Eletronuclear é subsidiária, para negociar um desconto no preço de R$ 3 bilhões nas obras de Angra 3, divididas pela Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Odebrecht, Camargo Corrêa, Techint, EBE e UTC, o grupo reagiu: “O governo precisa urgentemente de Angra 3. Nós enquanto empresários não. Ele (Valter Luiz Cardeal, diretor de geração da Eletrobrás que queria desconto de 20% no preço da licitação) vai ameaçar, vai nos desqualificar como empresas, enfim virá cheio de impropérios e nós com cara de paisagem, sem cair na cilada que ele está armando para nós”, afirmou o então diretor comercial de Energia da Camargo; troca de e-mails foi encaminhada ao Cade 
Ao serem informados do pedido da Eletrobrás, estatal da qual a Eletronuclear é subsidiária, para negociar um desconto no preço de R$ 3 bilhões nas obras de Angra 3, divididas pela Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Odebrecht, Camargo Corrêa, Techint, EBE e UTC, o grupo reagiu: “O governo precisa urgentemente de Angra 3. Nós enquanto empresários não. Ele (Valter Luiz Cardeal, diretor de geração da Eletrobrás que queria desconto de 20% no preço da licitação) vai ameaçar, vai nos desqualificar como empresas, enfim virá cheio de impropérios e nós com cara de paisagem, sem cair na cilada que ele está armando para nós”, afirmou o então diretor comercial de Energia da Camargo; troca de e-mails foi encaminhada ao Cade  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Uma troca de e-mails repassada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) revela como empreiteiros que se organizavam em cartel para fraudar licitações lidavam para barrar a tentativa da Eletrobas de diminuir o preço de Angra 3.

Ao serem informados do pedido de dirigentes da estatal para negociar um desconto no preço de R$ 3 bilhões dos dois pacotes de obras divididos pela Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Odebrecht, Camargo Corrêa, Techint, EBE e UTC, o grupo reagiu:

“O governo precisa urgentemente de Angra 3. Nós enquanto empresários não. Ele (Valter Luiz Cardeal, diretor de geração da Eletrobrás que queria desconto de 20% no preço da licitação) vai ameaçar, vai nos desqualificar como empresas, enfim virá cheio de impropérios e nós com cara de paisagem, sem cair na cilada que ele está armando para nós”, afirmou o então diretor comercial de Energia da Camargo. “Perfeito, nada de entrar na onda do LS (Luiz Soares, diretor da Eletronuclear escalado por Valter Cardeal para negociar com os empreiteiros)”, respondeu o diretor Superintendente da UTC Antônio Carlos Miranda.

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No final, os esforços dos dirigentes da estatal não surtiram efeito e foi concedido apenas o desconto de 6% previsto no edital em caso de fusão.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto

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