Empregados da CSN entrarão em greve

Os empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vão paralisar as atividades caso a empresa continue a desconsiderar a proposta de reajuste salarial apresentada em abril; o sindicato fez a comunicação formal à companhia e entrou em estado de greve; agora, os funcionários vão negociar com a siderúrgica quais as áreas permanecerão operando, por terem equipamentos que não podem ser desligados

Os empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vão paralisar as atividades caso a empresa continue a desconsiderar a proposta de reajuste salarial apresentada em abril; o sindicato fez a comunicação formal à companhia e entrou em estado de greve; agora, os funcionários vão negociar com a siderúrgica quais as áreas permanecerão operando, por terem equipamentos que não podem ser desligados
Os empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vão paralisar as atividades caso a empresa continue a desconsiderar a proposta de reajuste salarial apresentada em abril; o sindicato fez a comunicação formal à companhia e entrou em estado de greve; agora, os funcionários vão negociar com a siderúrgica quais as áreas permanecerão operando, por terem equipamentos que não podem ser desligados (Foto: Leonardo Lucena)


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Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Os empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) entrarão em greve na segunda-feira (24) caso a empresa continue a desconsiderar a proposta de reajuste salarial apresentada em abril. O sindicato fez a comunicação formal à companhia e entrou em estado de greve. Agora, os funcionários vão negociar com a siderúrgica quais as áreas permanecerão operando, por terem equipamentos que não podem ser desligados.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Sílvio Campos, "depois de cinco meses de expectativa, de inúmeras tentativas de negociação, este resultado [a greve] deixou claro que os trabalhadores estão indignados com a CSN. Queremos, pelo menos, a reposição da inflação".

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Mesmo admitindo que o país passa por um período de crise, Campos destacou que o fato não justifica a recusa da CSN em tratar do acordo coletivo. "Eles [a direção da CSN] estão querendo ganhar dos trabalhadores pelo cansaço. Não vamos deixar isso acontecer", disse o sindicalista. O atraso nas negociações prejudica também os acordos coletivos dos empregados terceirizados. "São milhares de trabalhadores prejudicados".

A diretoria da siderúrgica informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre a greve.

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