Embaixador morre ao cair de prédio no Rio

Sebastião do Rego Barros tinha 75 anos; de acordo com a Polícia Civil, ele caiu do 11º andar do prédio onde morava em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, por volta das 13h; inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte do embaixador brasileiro

Sebastião do Rego Barros tinha 75 anos; de acordo com a Polícia Civil, ele caiu do 11º andar do prédio onde morava em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, por volta das 13h; inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte do embaixador brasileiro
Sebastião do Rego Barros tinha 75 anos; de acordo com a Polícia Civil, ele caiu do 11º andar do prédio onde morava em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, por volta das 13h; inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte do embaixador brasileiro (Foto: Gisele Federicce)


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Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

O embaixador brasileiro Sebastião do Rego Barros morreu nesta segunda-feira 9, ao cair do 11º andar do prédio onde morava em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Ele tinha 75 anos.

De acordo com a Polícia Civil, a queda ocorreu por volta das 13h. Segundo a 12ª Delegacia Policial, em Copacabana, um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte do embaixador, a perícia de local foi solicitada e o corpo encaminhado ao Instituto Médico-Legal. Os parentes serão ouvidos e agentes estão em diligencias em busca de testemunhas e informações que ajudem nas investigações.

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Rego Barros, chamado de Bambino pelos mais íntimos, foi embaixador do Brasil na extinta União Soviética na década de 1990 e, depois com a criação da Rússia, até dezembro de 1994. Estava em Moscou quando houve a tentativa de golpe contra o líder Mikhail Gorbachev e na época da ascensão de Boris Yeltsin. Depois foi embaixador do Brasil na Argentina entre 1999 e 2001. Além disso, liderou várias missões do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), na União Europeia e na Organização dos Estados Americanos (OEA) Em 2002, assumiu o cargo de diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, onde ficou até janeiro de 2005.

Ele deixa a esposa, Maria Cristina de Lamare Rego Barros e três filhos.

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