Em vídeo, Freixo combate financiamento privado

 deputado Marcelo Freixo, do Psol, divulgou, em suas redes sociais, um vídeo sobre a importância da reforma política e do fim do financiamento empresarial de campanhas políticas. "O caminho de combate à corrupção não é moralista, é a reforma política", diz ele; assista

 deputado Marcelo Freixo, do Psol, divulgou, em suas redes sociais, um vídeo sobre a importância da reforma política e do fim do financiamento empresarial de campanhas políticas. "O caminho de combate à corrupção não é moralista, é a reforma política", diz ele; assista
 deputado Marcelo Freixo, do Psol, divulgou, em suas redes sociais, um vídeo sobre a importância da reforma política e do fim do financiamento empresarial de campanhas políticas. "O caminho de combate à corrupção não é moralista, é a reforma política", diz ele; assista (Foto: Leonardo Attuch)


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Rio 247 - O deputado Marcelo Freixo, do Psol, divulgou, em suas redes sociais, um vídeo sobre a importância da reforma política e do fim do financiamento empresarial de campanhas políticas. "O caminho de combate à corrupção não é moralista, é a reforma política", diz ele.

Leia texto postado no Facebook:

VAMOS FALAR SOBRE REFORMA POLÍTCA?

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Este ano será crucial para o futuro da democracia brasileira. A Câmara dos Deputados irá votar a PEC da Reforma Política, defendida com unhas e dentes pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A Reforma Política de Cunha é, na verdade, uma contra-reforma e representa um retrocesso. Se aprovada, ela tornará constitucional a principal causa das distorções da democracia e do sistema eleitoral do país: o financiamento empresarial de campanha. Através dele, um grupo muito pequeno de empresas doam milhões de reais para eleger bancadas que defendam seus interesses.

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Em abril de 2014,sete dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram pela inconstitucionalidade das doações empresariais a políticos e a partidos. Apesar de a maioria decidir pela ilegalidade deste tipo de financiamento, o julgamento não pode ser concluído porque o ministro Gilmar Mendes pediu vistas do processo e a votação está parada desde então.

O PSOL é contra o financiamento empresarial de campanha e a contra-reforma de Eduardo Cunha. Nós defendemos o financiamento público combinado com doações exclusivas de pessoas físicas, previstos no Projeto de Iniciativa Popular proposto pela “Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas”. A proposta é assinada por 103 organizações da sociedade civil, encabeçadas pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil e Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral.

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Conheça a iniciativa, assine e divulgue! Sua participação é essencial neste processo democrático. Precisamos reunir 1,5 milhões de nomes até maio para que a proposta seja votada no Congresso.

Acesse: http://www.reformapoliticademocratica.org.br/

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E assista o vídeo:

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