Em resposta ao STJ, família de Marielle pede para não federalizar investigação
Em resposta ao STJ, os familiares de Marielle Franco e de Anderson Gomes se posicionaram contra a federalização das investigações do assassinato e defenderam que o caso permaneça no Rio de Janeiro
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247 - As famílias de Marielle Franco e de Anderson Gomes se posicionaram contra a federalização das investigações do assassinato e defenderam que o caso permaneça com o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro. A resposta foi apresentada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A Defensoria Pública também se manifestou e por meio de nota disse que sustentou “a permanência das investigações na esfera estadual em razão da participação da família e do controle externo da apuração do caso já realizado pelo Ministério Público do Rio (MPRJ)”.
A Defensoria enfatizou ainda que “nenhuma esfera está totalmente isenta a interferências”.
A federalização tem sido defendida por Jair Bolsonaro, que foi citado no caso do porteiro de condomínio onde mora no Rio de Janeiro. O porteiro mudou a versão após ser ameaçado de prisão pela Lei de Segurança Nacional.
Caso o processo for federalizado sairá da Justiça Estadual e irá para a Justiça Federal. Com isso, a investigação passaria da Polícia Civil e do Ministério Público do estado para a Polícia Federal (PF), comandada pelo ministro Sergio Moro, que também defende a federalização, e para o Ministério Público Federal (MPF).
A ministra Laurita Vaz é a relatora do caso no STJ.
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