Em depoimento, Eike se cala sobre pagamentos de propina a Cabral

Em depoimento à Justiça Federal do Rio de Janeiro, tanto o empresário Eike Batista, quanto seu sócio Flávio Godinho, ficaram calados em seus depoimentos; Preso por conta da Operação Eficiência, Eike é acusado de pagar propina de US$ 16,5 milhões para o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral 

Sergio Cabra, Eike Batista e Adriana Ancelmo
Sergio Cabra, Eike Batista e Adriana Ancelmo (Foto: Charles Nisz)


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Rio 247 - Em tratativas para fazer uma delação premiada, o empresário Eike Batista não respondeu às perguntas do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, sobre o pagamento de propina ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). A orientação partiu dos advogados de defesa de Eike.

Seu depoimento, ligado ao processo da Operação Eficiência, durou apenas 13 minutos. Eike falou sobre seus empreendimentos no Estado do Rio, mas, no momento em que o juiz o questionou especificamente se houve pagamento de propina, o empresário optou por ficar em silêncio. Apesar disso, Eike disse querer colaborar com a Justiça. 

Eike foi preso na Operação Eficiência, deflagrada em janeiro de 2017, obtendo a prisão domiciliar em abril. Ele é acusado de pagar propina de US$ 16,5 milhões a Cabral no exterior e mais R$ 1 milhão por meio do escritório da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo. Ex-sócio de Eike, Flávio Godinho também preferiu ficar calado.

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