Em 13 anos, desvios na área de saúde do RJ somam cerca de 1,8 bilhão, diz MPF

Denúncias feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) apontam que as ilegalidades teriam movimentado cerca de R$ 1,8 bilhão entre os anos 2007 e 2020

(Foto: Magá Jr./GOVRJ)


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247 - Os esquemas envolvendo desvios, fraudes e corrupção na área de saúde do Rio de Janeiro, segundo levantamento feito pelo G1 com base nas denúncias do Ministério Público Federal (MPF), movimentaram cerca de R$ 1,8 bilhão entre 2007 e 2020. 

O valor é maior que o total que já foi utilizado pelo governo fluminense no combate à pandemia. De acordo com dados Comissão Especial de Gastos com a Covid-19, já foram executados R$ 1,7 bilhão com mais de 120 contratos e estão previstos novos gastos da ordem de R$ 661 milhões. Deste total, R$ 700 milhões estão sob suspeita de irregularidades. 

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“Apenas na Operação Ressonância foi estimado um impacto aos cofres públicos de R$ 1 bilhão. As organizações criminosas têm uma expectativa de lucrar muito com esses contratos”, disse a procuradora da República Marisa Ferrari, em entrevista ao site.Os esquemas envolvendo desvios, fraudes e corrupção na área de saúde do Rio de Janeiro, segundo levantamento feito pelo G1 com base nas denúncias do Ministério Público Federal (MPF), apontam que as ilegalidades teriam movimentado cerca de R$ 1,8 bilhão entre 2007 e 2020. 

O valor é maior que o total que já foi utilizado pelo governo fluminense no combate à pandemia. De acordo com dados Comissão Especial de Gastos com a Covid-19, já foram executados R$ 1,7 bilhão com mais de 120 contratos e estão previstos novos gastos da ordem de R$ 661 milhões. Deste total, R$ 700 milhões estão sob suspeita de irregularidades. 

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“Apenas na Operação Ressonância foi estimado um impacto aos cofres públicos de R$ 1 bilhão. As organizações criminosas têm uma expectativa de lucrar muito com esses contratos”, disse a procuradora da República Marisa Ferrari, em entrevista ao site.

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