Eike já está preso em sua mansão no Jardim Botânico

O empresário Eike Batista já está cumprindo prisão domiciliar em sua mansão no Jardim Botânico, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro; ele estava até ontem detido no complexo prisional de Bangu, zona oeste, de onde saiu para aguardar julgamento em casa, após o ministro do Supremo Gilmar Mendes ter lhe concedido uma liminar para deixar a prisão; Eike estava preso desde janeiro, por causa das investigações da operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato; ele é suspeito de pagar US$ 16,5 milhões a título de propina ao esquema do ex-governador Sérgio Cabral

O empresário Eike Batista já está cumprindo prisão domiciliar em sua mansão no Jardim Botânico, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro; ele estava até ontem detido no complexo prisional de Bangu, zona oeste, de onde saiu para aguardar julgamento em casa, após o ministro do Supremo Gilmar Mendes ter lhe concedido uma liminar para deixar a prisão; Eike estava preso desde janeiro, por causa das investigações da operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato; ele é suspeito de pagar US$ 16,5 milhões a título de propina ao esquema do ex-governador Sérgio Cabral
O empresário Eike Batista já está cumprindo prisão domiciliar em sua mansão no Jardim Botânico, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro; ele estava até ontem detido no complexo prisional de Bangu, zona oeste, de onde saiu para aguardar julgamento em casa, após o ministro do Supremo Gilmar Mendes ter lhe concedido uma liminar para deixar a prisão; Eike estava preso desde janeiro, por causa das investigações da operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato; ele é suspeito de pagar US$ 16,5 milhões a título de propina ao esquema do ex-governador Sérgio Cabral (Foto: Romulo Faro)


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Rio 247 - O empresário Eike Batista já está cumprindo prisão domiciliar em sua mansão no Jardim Botânico, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro. Ele estava até ontem detido no complexo prisional de Bangu, zona oeste, de onde saiu para aguardar julgamento em casa, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ter lhe concedido uma liminar para deixar a prisão.

O juiz do plantão, Gustavo de Arruda Macedo, decidiu que Eike poderá cumprir prisão domiciliar, mas deverá respeitar uma série de restrições, entre elas se afastar da administração das empresas do Grupo X ou manter qualquer contato com réus de processos da Lava-Jato.

Eike também terá de entregar o passaporte à Justiça, poderá receber visitas da Polícia Federal sem aviso prévio e terá quebrados seus sigilos telefônicos e eletrônicos (telemático).

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A defesa será obrigada ainda a manter um registro de pessoas que visitam o empresário pelo tempo que durar a prisão domiciliar. Ele é obrigado a atender às solicitações da Justiça e tem de pedir a autorização para mudar de endereço.

Eike estava preso desde janeiro, em razão de investigações da operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato no Rio. Ele é suspeito de pagar US$ 16,5 milhões a título de propina ao esquema do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Em fevereiro, ele foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro.

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