Eike e outros acusados de ligação com Cabral depõem na PF
Acusados pelo Ministério Público Federal nas operações Eficiência e Calicute devem prestar novo depoimento na sede da Superintendência da Polícia Federal do Rio; entre os depoentes esperados pelos policiais está o empresário Eike Batista, preso preventivamente em 30 de janeiro; no primeiro depoimento, Eike ficou em silêncio e se reservou o direito de falar somente em juízo; Cabral é acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas para garantir vantagens a empresários; apenas de Eike, o grupo teria recebido US$ 16,5 milhões
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Acusados pelo Ministério Público Federal nas operações Eficiência e Calicute devem prestar novo depoimento na manhã desta quarta-feira (8), na sede da Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Entre os depoentes esperados pelos policiais está o empresário Eike Batista, preso preventivamente em 30 de janeiro.
O depoimento será o segundo prestado na PF pelo empresário, que está na penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9). No primeiro depoimento, Eike ficou em silêncio e se reservou o direito de falar somente em juízo.
As operações Eficiência e Calicute são resultado de investigações que tiveram início com a força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e resultaram em dois pedidos de prisão contra o ex-governador Sérgio Cabral.
Entre as pessoas detidas nas duas operações estão a ex-primeira dama Adriana Ancelmo, o ex-secretário de obras Hudson Braga, o empresário e ex-vice-presidente do Flamengo Flávio Godinho e o publicitário Francisco de Assis Neto – detido na semana passada.
Cabral é acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas para garantir vantagens a empresários. Apenas de Eike Batista, o grupo teria recebido US$ 16,5 milhões.
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