Economistas pela Democracia repudiam declarações de Zema sobre beneficiários do auxílio emergencial
O governador de Minas Gerais afirmou, a respeito do auxílio emergencial, que "muitas pessoas ao receberem esse dinheiro (...) vão para o bar, para o boteco"
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247 - A Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED) divulgou uma nota neste sábado (9) criticando as declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que afirmou, a respeito do auxílio emergencial, que "muitas pessoas ao receberem esse dinheiro (...) vão para o bar, para o boteco".
Os economistas destacam a necessidade do auxílio no momento atual. “Ainda que insuficiente, esse auxílio é fundamental para mitigar a situação de fome vivida por parte das famílias mineiras, que ainda antes da pandemia já somavam 233 mil domicílios”, dizem eles.
“O governo Zema (Novo) optou por não cumprir a aplicação mínima obrigatória e ainda escamotear uma baixa aplicação de recursos na Saúde”, lembram os economistas.
Eles exigem um pedido de desculpas: “Portanto, a declaração de Zema sobre o auxílio emergencial foi bastante infeliz, exigindo os devidos pedidos de desculpas à população mineira no triste momento em que o Brasil supera as 600.000 mortes por Covid-19”.
Zema anunciou nesta segunda-feira (4) que sua administração iniciará no próximo dia 14 o pagamento do Auxílio Emergencial Mineiro de R$ 600 por família em situação de extrema pobreza (com renda per capita de até R$ 89). O benefício será destinado a pouco mais de 1 milhão de famílias. (Com informações do Jornal GGN).
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