É difícil a voluntariedade das delações de presos, admite procurador

Durante seu depoimento na CPMI da JBS, o procurador Ângelo Goulart Villela, respondeu questionamento do deputado Waidh Damous (PT-RJ) sobre o uso indiscriminado das delações premiadas e afirmou que o País vive uma "proliferação de prisões preventivas"; "Quando há a prisão, é difícil você aferir a voluntariedade. Se eu tivesse uma única coisa para delatar, eu não passaria 76 dias preso", disse; Villela foi preso em maio acusado de repassar informações sigilosas para o grupo empresarial em troca de uma promessa de mesada de R$ 50 mil

Durante seu depoimento na CPMI da JBS, o procurador Ângelo Goulart Villela, respondeu questionamento do deputado Waidh Damous (PT-RJ) sobre o uso indiscriminado das delações premiadas e afirmou que o País vive uma "proliferação de prisões preventivas"; "Quando há a prisão, é difícil você aferir a voluntariedade. Se eu tivesse uma única coisa para delatar, eu não passaria 76 dias preso", disse; Villela foi preso em maio acusado de repassar informações sigilosas para o grupo empresarial em troca de uma promessa de mesada de R$ 50 mil
Durante seu depoimento na CPMI da JBS, o procurador Ângelo Goulart Villela, respondeu questionamento do deputado Waidh Damous (PT-RJ) sobre o uso indiscriminado das delações premiadas e afirmou que o País vive uma "proliferação de prisões preventivas"; "Quando há a prisão, é difícil você aferir a voluntariedade. Se eu tivesse uma única coisa para delatar, eu não passaria 76 dias preso", disse; Villela foi preso em maio acusado de repassar informações sigilosas para o grupo empresarial em troca de uma promessa de mesada de R$ 50 mil (Foto: Aquiles Lins)


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Rio 247 - O deputado Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), divulgou vídeo em que critica o procurador Ângelo Goulart Villela, que prestou depoimento na CPMI da JBS nessa terça-feira, 17. 

Durante sua participação da CPMI da JBS, Damous questionou o procurador sobre o que ele chamou de "zona cinzenta" das delações premiadas. "

"Eu tento não generalizar, mas eu posso afiançar o senhor o seguinte: vivemos tempos estranhos. Nós aprendemos que a prisão só é necessário quando nenhuma outra medida cautelar, pessoal seja cabível. Prisão, seja ela preventiva, ou temporária é a restrição do segundo bem mais importante do ser humano, que a liberdade, porque o primeiro é a vida", disse o Villela. 

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O procurador disse ainda que é fato "público e notório" que hoje se tem no Brasil uma proliferação de prisões preventivas. "Fui testemunha disso quando fui custodiado no 19º Batalhão, eu verificava pessoas presas preventivamente por fatos ocorridos em 2007", exemplificou. 

O deputado Wadih Damous afirmou que as prisões preventivas estão sendo executadas com a finalidade de se obter delações premiadas. Ao que o procurador respondeu: "Quando há a prisão, é difícil você aferir a voluntariedade. Se eu tivesse uma única coisa para delatar, eu não passaria 76 dias preso", disese Ângelo Villela. 

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Villela foi preso em maio acusado de repassar informações sigilosas para o grupo empresarial em troca de uma promessa de mesada de R$ 50 mil.

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Source: Procurador critica excesso de prisões preventivas no Brasil da Lava Jato by brasil247 on Rumble

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