Dornelles quer taxar servidores em até 30%

Estado do Rio de Janeiro prepara uma série de medida  para tentar se reerguer de uma das maiores crises financeiras de sua história; pacote inclui o aumento e a criação de uma contribuição extraordinária para a Previdência, corte de incentivos fiscais, aumento de taxas e tributos, privatização de estatais, além da fusão e fechamento de órgãos e secretarias; projeto elaborado pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, prevê que o aumento nas contribuições destinadas à Previdência por parte do funcionalismo público pode chegar a 30%

Rio de Janeiro - O governador em exercício, Francisco Dornelles, após visitar o governador Luiz Fernando Pezão em sua residência, no Leblon (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - O governador em exercício, Francisco Dornelles, após visitar o governador Luiz Fernando Pezão em sua residência, no Leblon (Fernando Frazão/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O Rio de Janeiro prepara uma série de medidas, que incluem até mesmo o aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo público estadual, para tentar se reerguer de uma das maiores crises financeiras de sua história.

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o pacote também engloba a criação de uma contribuição extraordinária para a Previdência, corte de incentivos fiscais, aumento de taxas e tributos, privatização de empesas pertencentes ao Estado, além de fusão e fechamento de órgãos e secretarias

O governador Luiz Fernando Pezão, que reassumiu o cargo do qual estava afastado desde março para tratar de um câncer, admitiu que a dívida estadual passou do limite e é "necessário reenquadrar" o Estado. Uma das maiores preocupações está com a Previdência, cujo déficit no ano passado foi de R$ 10,8 bilhões, segundo dados do Tesouro Nacional.

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No projeto elaborado pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, o aumento nas contribuições destinadas à Previdência por parte do funcionalismo público pode chegar a até 30% dos salários.

A iniciativa, porém, é questionada pela Federação das Associações e Sindicatos de Servidores Públicos no Estado do Rio de Janeiro (Fasp-RJ), que a medida é inconstitucional. Álvaro Ferreira Barbosa, acredita que a medida é inconstitucional.

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