Dornelles e sindicato dos professores trocam farpas
O governador em exercício, Francisco Dornelles, criticou o o Sindicato dos Professores (Sepe) ao dizer que a entidade não cumpre o que é acertado nas reuniões. O chefe do executivo disse ter participado "nestes últimos meses de várias negociações com o sindicato dos professores. Várias e muitos pontos que eles colocaram foram atendidos"; a coordenadora-geral do Sepe, Marta Moraes, rebateu; "A gente quer que o governo primeiro abra as contas do estado e segundo diga pra população se a prioridade vai ser o serviço que atende essa população que paga impostos ou garantir isenções fiscais sem retorno para a sociedade", afirmou
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Rio 247 - O governador em exercício, Francisco Dornelles, criticou o o Sindicato dos Professores (Sepe) ao dizer que a entidade não cumpre o que é acertado nas reuniões. O chefe do executivo disse ter participado "nestes últimos meses de várias negociações com o sindicato dos professores. Várias e muitos pontos que eles colocaram foram atendidos".
"E eles prometiam sempre voltar para as aulas, acabar com a greve, desocupar escolas, três dias depois eles voltavam fazendo outra reivindicação de modo que eu acho o seguinte: quando você entra numa mesa de negociação, as duas partes têm que poder para negociar. Eu não estou sentindo no sindicato força negocial, porque você combina com eles uma determinada medida e eles voltam dois dias depois dizendo que aquilo combinado não prevalece", disse à Rádio Globo.
Segundo o governador, o sindicato dos professores não cumpre o que é acertado nas reuniões "de modo que é difícil, de qualquer maneira eu pedi ao secretário Wagner Victer para que mergulhe cada vez mais em negociação, esqueça tem os compromissos que eles não honraram. Esqueça os compromissos que eles não cumpriram e comece fazendo um grande esforço para a desocupação das escolas e para a retomada das aulas".
"Agora é muito importante você verificar o seguinte: a ocupação de escolas tem sido feita por pessoas também que não são professores, nem alunos. Isso é uma coisa muito grave, porque a gente vê um viés político nessas ocupações, extremamente perigo, extremamente desagradável, são pessoas que ali estão se infiltrando por razões de natureza política", complementou.
Outro lado
Em coletiva de imprensa, a coordenadora-geral do Sepe, Marta Moraes, rebateu Dornelles. "A gente quer que o governo primeiro abra as contas do estado e segundo diga pra população se a prioridade vai ser o serviço que atende essa população que paga impostos ou garantir isenções fiscais sem retorno para a sociedade", afirmou.
O sindicato fez uma denúncia, de que funcionários da Secretaria da Educação (Seeduc) estariam participando do movimento para desocupar as escolas. Os representantes do Sepe afirmaram que apresentarão um dossiê para denunciar a violência policial na desocupação da Seeduc.
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