Dornelles deve adiar ações anti-crise para depois do 2º turno no Rio

Governador em exercício, Francisco Dornelles, deve deixar para depois das eleições o anúncio de medidas que faria nesta quarta-feira 26 para enfrentar a crise econômica do Estado; isso porque, de acordo com a colunista Mônica Bergamo, elas são drásticas demais para serem publicadas em período eleitoral

Rio de Janeiro - O governador em exercício, Francisco Dornelles, após visitar o governador Luiz Fernando Pezão em sua residência, no Leblon (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - O governador em exercício, Francisco Dornelles, após visitar o governador Luiz Fernando Pezão em sua residência, no Leblon (Fernando Frazão/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)


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Rio 247 - O governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles (PP), deve deixar para depois do segundo turno o anúncio de medidas que faria nesta quarta-feira 26 para enfrentar a crise econômica do Estado.

Isso porque, de acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, elas são drásticas demais para serem publicadas em período eleitoral.

Entre as propostas a serem apresentadas está a elevação da contribuição previdenciária de funcionários públicos, de 11% para 14%, e a criação de uma nova, extraordinária, que poderia chegar a 16%.

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