Doria e Witzel criticam 'cala boca' de Bolsonaro: ataque à democracia

O caso aconteceu quando Bolsonaro negou que queria a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro e atacou os jornalistas que o esperava na saída do Palácio da Alvorada

(Foto: Rogério Santana / Governo do Estado RJ)


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247 - Os governadores de São Paulo e do Rio de Janeiro, João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), criticaram Jair Bolsonaro por mandar jornalistas calarem a boca na manhã desta terça-feira, 5. 

"Minha solidariedade aos profissionais da imprensa e aos veículos de comunicação. Hoje, em Brasília, mais uma atitude condenável de desrespeito à imprensa. Cada ameaça à liberdade de expressão atinge a democracia no Brasil. Lamentável a escalada autoritária no País", disse Dória.

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"Mandar um jornalista calar a boca é tentar calar a boca da democracia. Quando você tem um cargo público relevante na sociedade você precisa responder à imprensa e não agredi-la, ofendê-la, espezinhá-la, humilhá-la", analisou Witzel.

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O caso aconteceu quando Bolsonaro negou que queria a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro e atacou os jornalistas que o esperava na saída do Palácio da Alvorada. "Cala a boca, não perguntei nada. Cala a boca, cala a boca. Não tenho nada contra o superintendente do Rio e não interfiro na PF", disse Bolsonaro.

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