'Documento do PMDB não é a posição do partido'

Líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ) negou que o documento "Uma ponte para o futuro", lançado pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao partido, represente a opinião da legenda; "A Fundação tem mania de divulgar documentos, afirmando se tratar da posição do partido. Não é posição partidária. Para ser a posição oficial, tem de passar por convenção. E não passou", disse; texto faz críticas à política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff

Leonardo Picciani
Leonardo Picciani (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – O líder do PMDB da Câmara Federal, o deputado Leonardo Picciani (RJ), negou que o documento “Uma ponte para o futuro”, divulgado na quinta-feira (29) pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao partido, represente a opinião da legenda.

“A Fundação tem mania de divulgar documentos, afirmando se tratar da posição do partido. Não é posição partidária. Para ser a posição oficial, tem de passar por convenção. E não passou”, disse o parlamentar, conforme relato da coluna Expresso, de Época. A convenção do partido será realizada em março do próximo ano.

Em documento de 19 páginas, o PMDB, presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer, defende medidas como mudanças constitucionais que desengessem o Orçamento, a desindexação de gastos e a criação de uma idade mínima para as aposentadorias, que não seja menor que 65 anos para homens e 60 para mulheres.

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"Nos últimos anos é possível dizer que o governo federal cometeu excessos, seja criando novos programas, seja ampliando os antigos, ou mesmo admitindo novos servidores ou assumindo investimentos acima da capacidade fiscal do Estado. A situação hoje poderia certamente estar menos crítica", diz a legenda. que tem sete ministros no governo Dilma Rousseff.

Em artigo, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)), Vagner Freitas, disse que as propostas do PMDB vão "empurrar ainda mais o país para a recessão, aprofundando a crise, aumentando o desemprego e as desigualdades sociais".

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"O título, "Uma ponte para o futuro", já deixa claro que os peemedebistas estão se referindo ao futuro dos ricos, dos que sempre tiveram privilégios, muitos desses em detrimento dos direitos da classe trabalhadora. Eles não se constrangem em escancarar que o PMDB é o partido dos patrões, do agronegócio, dos banqueiros, dos setores que mais lucram e menos investem no País", diz o texto (leia mais aqui).

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