Diretor da Match se entrega à Justiça do Rio
Raymond Whelan, diretor-executivo da Match Services, empresa acusada de chefiar uma quadrilha internacional de cambistas, que vendia ilegalmente ingressos e pacotes de hospedagem para a Copa do Mundo, se entregou nesta tarde ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; Whelan teve prisão preventiva decretada na semana passada e era considerado foragido pela polícia
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Rio 247 – O diretor-executivo da Match Services, Raymond Whelan, se entregou, na tarde desta segunda-feira (14), ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
A empresa é acusada de chefiar uma quadrilha internacional de cambistas, que vendia ilegalmente ingressos e pacotes de hospedagem para a Copa do Mundo. Segundo a Polícia Civil do Rio, o grupo atuou em outras quatro copas, movimentando até R$ 200 milhões por evento e R$ 1 milhão por jogo. Um ingresso para a final do torneio no Brasil custava R$ 35 mil.
A Justiça havia decretado a prisão preventiva de Whelan na última quinta-feira (10), mas o diretor da Match deixou o Hotel Copacabana Palace, Zona Sul do Rio, momentos antes de a polícia chegar no local.
Ao todo, 11 pessoas acusadas de participar do esquema estão presas no Complexo Penienciário de Bangu, Zona Oeste da cidade do Rio. Segundo as investigações, o grupo era chefiado pelo argelino Mohamed Lamine Fofana, com quem Whelan teria envolvimento.
Abaixo, reportagem da Agência Brasil:
Executivo suspeito de chefiar venda ilegal de ingressos se entrega à Justiça
Da Agência Brasil - O diretor da empresa Match, Raymond Whelan, se apresentou na tarde de hoje (14) à 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O executivo era considerado foragido da Justiça e será levado para a Polícia Interestadual e de Capturas (Polinter). Whelan ainda passará por um exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal.
O britânico é acusado de participar de um esquema de venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo. A Match é uma empresa autorizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) a comercializar os bilhetes.
No último dia 10, a Justiça do Rio acatou o pedido de denúncia do Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro e decretou a prisão de 11 acusados no esquema de venda ilegal de ingressos, entre eles Whelan. A polícia fez buscas para prender o diretor, que não foi encontrado e passou a ser considerado foragido. Policiais da 18ª Delegacia de Polícia foram ao hotel Copacabana Palace, mas não encontraram Whelan.
De acordo com o Ministério Público, os acusados vão responder por organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.
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