Diretor da Match deixa prisão após decisão do STF

Executivo inglês Raymond Whelan, envolvido na venda ilegal de ingressos durante a Copa do Mundo no Brasil, deixou nesta quarta-feira 6 à tarde o Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio, após liminar concedida ontem (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello; Whelan teve a prisão preventiva decretada no dia 10 de julho e se apresentou à Justiça no dia 14

Executivo inglês Raymond Whelan, envolvido na venda ilegal de ingressos durante a Copa do Mundo no Brasil, deixou nesta quarta-feira 6 à tarde o Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio, após liminar concedida ontem (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello; Whelan teve a prisão preventiva decretada no dia 10 de julho e se apresentou à Justiça no dia 14
Executivo inglês Raymond Whelan, envolvido na venda ilegal de ingressos durante a Copa do Mundo no Brasil, deixou nesta quarta-feira 6 à tarde o Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio, após liminar concedida ontem (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello; Whelan teve a prisão preventiva decretada no dia 10 de julho e se apresentou à Justiça no dia 14 (Foto: Gisele Federicce)


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Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

O executivo inglês Raymond Whelan, diretor da empresa Match, deixou hoje (6) à tarde o Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio, após liminar concedida ontem (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello.

No mesmo processo, que apura a venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo, são investigados o argelino Mohamed Lamine Fofana e mais nove pessoas, que permanecem presas. Outro indiciado, o advogado José Massih, responde pelo crime em liberdade por ter facilitado a ação da polícia para prender os integrantes da quadrilha.

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Whelan teve a prisão preventiva decretada pela Justiça no dia 10 de julho e se apresentou no dia 14 de julho à desembargadora Rosita Maria de Oliveira Netto, da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, relatora do processo contra os 12 indiciados por integrar a máfia internacional de venda ilegal de ingressos para a Copa do Mundo.

O esquema da venda ilegal de ingressos foi deflagrado no dia 1º de julho, quando 12 pessoas foram presas no Rio e em São Paulo.

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De acordo com o delegado Fábio Barucke, responsável pelas investigações que levaram à prisão da quadrilha, os envolvidos já atuaram em pelo menos quatro Copas do Mundo e, segundo levantamento da polícia, a quadrilha poderia movimentar cerca de R$ 200 milhões por Copa do Mundo.

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