Direita se calou diante do brutal assassinato de Moïse, mostra análise das redes

As poucas interações da direita sobre o assunto foram no sentido de negar o racismo no crime

Moise Mugenyi Kabagambe
Moise Mugenyi Kabagambe (Foto: Reprodução)


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247 - Perfis nas redes sociais ligados à direita praticamente se calaram diante do brutal assassinato do jovem congolês Moïse Kabagambe em um quiosque na praia da Barra da Tijuca, mostra análise da agência .MAP, divulgada por Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

A agência observou um universo de 1,4 milhão de postagens diárias no Twitter e no Facebook feitas entre a primeira e a segunda semana de fevereiro.

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A participação da direita representou apenas 1,5% das publicações feitas no período, a maior parte delas por influenciadores digitais.

Entre as interações de direitistas esteve presente principalmente a ideia de que o crime não teria sido motivado pelo racismo. Para estes perfis, o jovem foi morto por causa da "perversidade humana".

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O raciocínio foi escancarado pelo presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, na última sexta-feira (11). Ele afirmou que Moïse "foi um vagabundo morto por vagabundos mais fortes”.

O assassinato de Moïse foi o assunto mais debatido nas redes no período analisado, superando a vacinação contra Covid-19 e o Big Brother Brasil, reality show da TV Globo.

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