Desembargadora que mandou prender Crivella diz ao STJ que defesa ignora “crimes do colarinho branco”

No despacho de 11 páginas, Rosa Helena disse que a prisão de Crivella foi autorizada sob “fatos recentemente ocorridos e absolutamente documentados nos autos”

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)


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247 - A desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, que determinou a prisão e o afastamento do cargo do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, enviou esclarecimentos aos Superior Tribunal de Justiça sobre a sua decisão. 

No despacho de 11 páginas, Rosa Helena disse que a prisão de Crivella foi autorizada sob “fatos recentemente ocorridos e absolutamente documentados nos autos” e fez um apanhado de todas as provas existentes contra Crivella no suposto “QG da Propina“, esquema de pagamento de propina na Prefeitura do Rio. 

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Rosa Helena Macedo também diz ao STJ que apenas a prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica pode ser insuficiente para impedir que Marcelo Crivella cometa novos crimes. “Logo, afirmar que não há risco à ordem pública, s.m.j. (salvo melhor juízo), é querer fechar os olhos à realidade dos chamados crimes do ‘colarinho branco'”.

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