Desembargadora afasta Crivella das funções públicas e diz que ele comanda organização criminosa

Desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita aponta o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, como o líder de uma organização criminosa que atuava na prefeitura e determinou a que ele fosse suspenso das funções públicas

Marcelo Crivella
Marcelo Crivella (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


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247 - A Justiça carioca decretou a suspensão da função pública do prefeito do Rio de Janeiro,  Marcelo Crivella (Republicanos), preso nesta terça-feira (22) em uma operação conjunta da Polícia Civil e do MP-RJ prendeu, no âmbito das investigações sobre a existência de um suposto "QG da propina" na capital fluminense.

No despacho que resultou na prisão do político, a desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita aponta Crivella como o líder de uma organização criminosa que atuava na prefeitura e que sua permanência à frente do Executivo municipal traria riscos à ordem pública. 

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Segundo a desembargadora, apesar de faltarem poucos dias para o término do mandato, os contratos irregulares poderiam continuar ativos, possibilitando que os investigados pelo esquema de corrupção continuassem a receber propinas. Guita também ressaltou que Crivella tina conhecimento das irregularidades também "autorizava a prática de tais crimes e deles se locupletava".

 

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Além de Crivella, os agentes também prenderam o empresário Rafael Alves e o delegado Fernando Moraes. Um outro alvo da ação, o ex-senador Eduardo Lopes, não foi encontrado pelas autoridades. 

 

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