Desembargador que humilhou guarda após ser flagrado sem máscara alega "problemas psiquiátricos" para derrubar sentença
A defesa de Eduardo Siqueira alega que ele estava privado de medicação psiquiátrica quando o episódio ocorreu e que sua intenção jamais foi ofender o guarda, chamado de "analfabeto". No último dia 13, Siqueira foi flagrado mais uma vez sem máscara
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247 - O desembargador Eduardo Siqueira, que em julho do ano passado foi flagrado humilhando um guarda municipal após ser abordado sem máscara em uma praia de Santos, alega que problemas psiquiátricos o levaram a proferir as ofensas.
"No dia do incidente, estava o apelante [Eduardo Siqueira] privado da medicação em função da pandemia o que alterou ainda mais seu estado anímico", diz um trecho do documento produzido pela defesa de Siqueira, que foi enviado ao juízo da 10ª Vara Cível de São Paulo.
A defesa argumenta que Siqueira agiu simplesmente "no calor da discussão" e que jamais teve a intenção de ofender o guarda.
Na discussão, o desembargador chamou o agente de "analfabeto". Desde então, ele foi afastado do cargo e condenado a pagar R$ 20 mil em indenização por danos morais ao guarda que ofendeu.
As informações foram reportadas no Estadão.
No último dia 13, Siqueira foi flagrado mais uma vez sem máscara.
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