Deputados do Rio aprovam PL que reconhece estado de calamidade financeira

O texto básico do projeto que reconhece o estado de calamidade do Estado do Rio de Janeiro foi aprovado nesta terça (1º) por 40 a 14; servidores públicos que chegaram cedo à Assembleia Legislativa e conseguiram entrar no plenário protestaram; aos gritos de "vergonha" e "daqui não saio, daqui ninguém me tira", eles manifestaram seu descontentamento

O texto básico do projeto que reconhece o estado de calamidade do Estado do Rio de Janeiro foi aprovado nesta terça (1º) por 40 a 14; servidores públicos que chegaram cedo à Assembleia Legislativa e conseguiram entrar no plenário protestaram; aos gritos de "vergonha" e "daqui não saio, daqui ninguém me tira", eles manifestaram seu descontentamento
O texto básico do projeto que reconhece o estado de calamidade do Estado do Rio de Janeiro foi aprovado nesta terça (1º) por 40 a 14; servidores públicos que chegaram cedo à Assembleia Legislativa e conseguiram entrar no plenário protestaram; aos gritos de "vergonha" e "daqui não saio, daqui ninguém me tira", eles manifestaram seu descontentamento (Foto: Valter Lima)


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247 - O texto básico do projeto que reconhece o estado de calamidade do Estado do Rio de Janeiro foi aprovado nesta terça-feira (1º) por 40 a 14. Os servidores públicos que chegaram cedo à Assembleia Legislativa e conseguiram entrar no plenário protestaram. Aos gritos de "vergonha" e "daqui não saio, daqui ninguém me tira", eles manifestaram seu descontentamento. 

Votaram contra o projeto os deputados: Flávio Bolsonaro (PSC); Bruno Dauaire (PR); Dr Julianelli (Rede); Waldeck Carneiro (PT); Zeydan (PT); Farid Abrão (PTB); Enfermeira Rejane (PCdoB); Carlos Minc (sem partido); Wagner Montes (PRB); Dr. Sadinoel (Partido da Mulher Brasileira); Marcelo Freixo (Psol); Eliomar Coelho (Psol), Wanderson Nogueira (Psol) e Flávio Sarafini (Psol).

O projeto de lei que reconhece o estado de calamidade foi aprovado com as 11 emendas acordadas em reunião anterior do Colégio de Líderes. As duas principais emendas aprovadas reduzem o prazo da proibição proposto no projeto original, de quatro para dois anos; e a que determina que qualquer isenção tem de passar pelo Legislativo.

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