Depressão Temer-Meirelles encalha imóveis e derruba aluguéis

Recessão econômica fez com que os proprietários baixassem o valor dos aluguéis no Rio de Janeiro, que caíram 5,74% nos últimos 12 meses, além de abrirem mão até da figura do fiador; em alguns casos, o inquilino tem recebido até três meses aluguel, garantidos pelo proprietário; Rio possui cerca de 14,4% dos imóveis sem inquilinos; aumento do estoque de imóveis disponíveis para locação também influenciou queda nos preços

Recessão econômica fez com que os proprietários baixassem o valor dos aluguéis no Rio de Janeiro, que caíram 5,74% nos últimos 12 meses, além de abrirem mão até da figura do fiador; em alguns casos, o inquilino tem recebido até três meses aluguel, garantidos pelo proprietário; Rio possui cerca de 14,4% dos imóveis sem inquilinos; aumento do estoque de imóveis disponíveis para locação também influenciou queda nos preços
Recessão econômica fez com que os proprietários baixassem o valor dos aluguéis no Rio de Janeiro, que caíram 5,74% nos últimos 12 meses, além de abrirem mão até da figura do fiador; em alguns casos, o inquilino tem recebido até três meses aluguel, garantidos pelo proprietário; Rio possui cerca de 14,4% dos imóveis sem inquilinos; aumento do estoque de imóveis disponíveis para locação também influenciou queda nos preços (Foto: Paulo Emílio)


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Rio 247 - Com 14,4% dos imóveis do Rio esperando locatários, o maior nível em um ano, os proprietários estão baixando o valor dos aluguéis, que caíram 5,74% nos últimos 12 meses, além de abrirem mão de até mesmo da figura do fiador e reduzirem em até 33% o valor pedido no início da negociação. Em alguns casos, o inquilino tem ganho até um, bônus que pode chegar a três meses de carência no valor do aluguel, garantidos pelo proprietário.

"É um momento muito favorável para quem deseja alugar imóvel. Há muita chance de barganha, o mercado está totalmente na mão do inquilino. A queda de preço é ainda maior se for um imóvel de alto padrão, com desvalorização de até 25% em um ano. Copacabana está sofrendo mais com o grande número de oferta de imóveis, e a área da Grande Tijuca sente o efeito do aumento da violência" disse o vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), Leonardo Schneider, ao jornal O Globo.

O aumento do estoque de imóveis disponíveis para locação, seja pela entrega de novas unidades pelas construtoras ou por donos de imóveis que optaram pela locação após não conseguirem vender os apartamentos e casas, também influenciou na queda dos preços.

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