'Depoimento de Witzel à CPI não inspira confiança', diz o jornalista Ricardo Bruno

Editor do site Agenda do Poder defendeu cautela sobre o que o ex-governador do Rio disse e prometeu revelar à CPI. "A história dele mostra que falta seriedade. Witzel não inspira confiança e quem o conhece um pouquinho sabe que ele é um fanfarrão e sabe fazer uso desta sua capacidade a seu favor politicamente", afirmou

(Foto: Reprodução | Jefferson Rudy/Agência Senado)


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247 - O jornalista Ricardo Bruno, editor do site Agenda do Poder e que cobre a política fluminense, defendeu na noite desta quarta-feira (16) que o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel à CPI da Covid deve ser encarado com cautela. 

Em entrevista ao programa Boa Noite 247, Ricardo Bruno classificou Witzel como "fanfarrão". "Eu não creio que possa ser tomado como sério o depoimento do Witzel. A história dele mostra que falta seriedade. Witzel não inspira confiança e quem o conhece um pouquinho sabe que ele é um fanfarrão e sabe fazer uso desta sua capacidade a seu favor politicamente", afirmou o jornalista. 

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Durante seu depoimento aos senadores, Wilson Witzel, ex-aliado de Jair Bolsonaro, disse que houve “sabotagem” e “perseguição” por parte do governo federal contra os gestores estaduais durante a pandemia. 

Após decidir utilizar o habeas corpus concedido a ele pelo Supremo Tribunal Federal e encerrar seu depoimento antes do final, Witzel disse que teria interesse em retornar à CPI, se houver uma sessão sigilosa. O ex-governador afirmou que, em uma sessão reservada, faz “questão” de apresentar novos elementos, entre eles o motivo do rompimento entre ele e a família Bolsonaro e a suposta interferência do presidente da Polícia Federal. O ex-governador disse ter conhecimento de “fatos graves”.

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Em coletiva após o depoimento à CPI, o ex-governador do Rio voltou a associar a execução da vereadora Marielle Franco com Jair Bolsonaro e afirma que a partir da prisão de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, em março de 2019, Bolsonaro não se relacionou mais com o então aliado político. 

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