Deloitte pede R$ 25 milhões para ajudar a OGX

Em meio à crise financeiro pela qual passa o empresário Eike Batista, a consultoria Deloitte propôs receber cerca de R$ 25 milhões para administrar judicialmente a petroleira OGX, de acordo com fontes que acompanham o processo; a valor representa 0,22% da dívida informada pela empresa, que chega a R$ 11,2 bilhões; mas o Ministério Público do Rio pedirá uma redução para menos da metade do valor apresentado pela consultoria

Em meio à crise financeiro pela qual passa o empresário Eike Batista, a consultoria Deloitte propôs receber cerca de R$ 25 milhões para administrar judicialmente a petroleira OGX, de acordo com fontes que acompanham o processo; a valor representa 0,22% da dívida informada pela empresa, que chega a R$ 11,2 bilhões; mas o Ministério Público do Rio pedirá uma redução para menos da metade do valor apresentado pela consultoria
Em meio à crise financeiro pela qual passa o empresário Eike Batista, a consultoria Deloitte propôs receber cerca de R$ 25 milhões para administrar judicialmente a petroleira OGX, de acordo com fontes que acompanham o processo; a valor representa 0,22% da dívida informada pela empresa, que chega a R$ 11,2 bilhões; mas o Ministério Público do Rio pedirá uma redução para menos da metade do valor apresentado pela consultoria (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – Em meio à crise financeiro pela qual passa o empresário Eike Batista, a consultoria Deloitte propôs receber cerca de R$ 25 milhões para administrar judicialmente a petroleira OGX, de acordo com fontes que acompanham o processo. O valor representa 0,22% da dívida informada pela empresa, que chega a R$ 11,2 bilhões. Porém, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) pedirá uma redução para menos da metade do valor apresentado pela consultoria. A informação é do jornal O Globo.

A Deloitte foi nomeada para ser administradora judicial pelo juiz Gilberto Clovis Farias Matos, da 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), o mesmo que está à frente do processo. Curiosamente, o magistrado também nomeou a empresa para exercer este mesmo papel com relação à empresa OGX, que atua no setor naval. Neste caso, a Deloitte apresentou como proposta o pagamento de R$ 18 milhões.

No entanto, no que diz respeito à OSX, o MP não se pronunciou, pois tem como prioridade a manifestação acerca de decisão do desembargador Gilberto Guarino, da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ, na semana passada, concedeu liminar à espanhola Acciona com o objetivo de suspender vinculação dos dois processos.

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"A decisão do desembargador Guarino afastou a distribuição por dependência. Se o juiz dos dois casos não pode ser o mesmo, o administrador judicial também não pode ser o mesmo. Por isso entramos com o recurso. Mas acreditamos que a própria Deloitte, ao saber que sua parcialidade como administrador está sendo questionada, vá renunciar à função", declarou Leonardo Antonelli, da Antonelli & Associados Advogados, que defende a Acciona.

A OSX amarga uma dívida em torno de R$ 300 milhões com a Accioni, que atua no setor de infraestrutura. Segundo a Accioni, a OSX é credora da OGX e isso estaria implicando num conflito de interessas entre as duas empresas, que, juntas, amargam dívidas de R$ 15,5 bilhões. A Accioni entende que uma das companhias terá de ser sacrificada para a outra continue em operação.

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