Damous pede freio à 'agenda punitiva e a espetacularização da Justiça'

Segundo o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), a corrupção se tornou pauta única de um país que conseguiu retirar 40 milhões da pobreza extrema: ‘É preciso, urgentemente, colocar um freio à agenda punitiva e a espetacularização da Justiça. O instituto da colaboração premiada precisa se adequar à Constituição de 1988 e perder o caráter inquisitorial’, acrescenta, em referência à operação Lava Jato

Segundo o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), a corrupção se tornou pauta única de um país que conseguiu retirar 40 milhões da pobreza extrema: ‘É preciso, urgentemente, colocar um freio à agenda punitiva e a espetacularização da Justiça. O instituto da colaboração premiada precisa se adequar à Constituição de 1988 e perder o caráter inquisitorial’, acrescenta, em referência à operação Lava Jato
Segundo o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), a corrupção se tornou pauta única de um país que conseguiu retirar 40 milhões da pobreza extrema: ‘É preciso, urgentemente, colocar um freio à agenda punitiva e a espetacularização da Justiça. O instituto da colaboração premiada precisa se adequar à Constituição de 1988 e perder o caráter inquisitorial’, acrescenta, em referência à operação Lava Jato (Foto: Roberta Namour)


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247 – O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) alerta para os riscos da ‘marcha da insensatez’: ‘A corrupção se tornou pauta única de um país que conseguiu retirar 40 milhões da pobreza extrema’.

‘É preciso, urgentemente, colocar um freio à agenda punitiva e a espetacularização da Justiça. O instituto da colaboração premiada precisa se adequar à Constituição de 1988 e perder o caráter inquisitorial’, diz ele, em referência à operação Lava Jato.

Segundo ele, o quadro é extremamente perigoso para a democracia porque reforça a descrença no exercício da política e permite a ascensão de forças obscurantistas que estavam adormecidas: “Merecem repúdio veemente agressões e ataques a figuras públicas e a execração e banimento de lideranças políticas através de prisões ilegais e de linchamentos morais” (leia mais).

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