Custo da Rio 2016 chega a R$ 7,3 bilhões

Com um ano de atraso, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico divulga os gastos da organização e realização dos Jogos Olímpicos de 2016; gasto é R$ 1,7 bilhão maior que o previsto em janeiro de 2014

Vista área do Parque Olímpico Rio 2016. 15/01/2016 REUTERS/Nacho Doce
Vista área do Parque Olímpico Rio 2016. 15/01/2016 REUTERS/Nacho Doce (Foto: Charles Nisz)


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Rio 247 - Dados a serem divulgados pela Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) mostrarão aumento de 4% nos custos da Olimpíada do Rio de Janeiro.

O valor da matriz de responsabilidade (gastos exclusivamente ligados à organização e realização dos jogos) chegará a R$ 7,3 bilhões.É um aumento de cerca de 13% na comparação com o valor da primeira atualização, apresentado em julho de 2014: R$ 6,5 bilhões. Dados foram divulgados pelo UOL Esporte

Na comparação com a matriz apresentada durante os Jogos Olímpicos, houve aumento nos custos finais dos principais equipamentos usados na Rio-2016, como o Centro de Tênis, o Complexo Aquático e a Arena do Futuro, que recebeu as partidas de handebol.

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Veja os custos destas e de outras arenas (entre parênteses quanto havia sido gasto em agosto de 2016 e ao lado quem pagou pela obra)Centro Olímpico de Tênis – R$ 224,7 milhões (R$ 191,1 milhões) – Gov. Federal e prefeitura do Rio
Velódromo – R$ 149,9 milhões (R$ 137,7 milhões) – Gov. Federal e prefeitura do Rio
Arena do Futuro – R$ 140,6 milhões (R$ 133,4 milhões) – Governo Federal
Esportes Aquáticos – R$ 227,5 milhões (R$ 217,1 milhões) – Governo Federal
Instalações esportivas Deodoro – R$ 719,7 milhões (R$ 626,5 milhões) – Governo Federal
Adequação do Engenhão – R$ 45,5 milhões (R$ 37 milhões) – Prefeitura do Rio

No custo final que será apresentado, porém, a iniciativa privada terá sido responsável 57,6% dos gastos - especialmente a vila dos atletas e de mídia, IBC (centro de transmissão dos Jogos), redes de água, luz e esgoto, pavimentação e paisagismo do Parque Olímpico. O governo federal foi responsável por 31,9%, o municipal por 10,4% e o estadual por 0,1%.

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Divulgada pela primeira vez em janeiro de 2014, a matriz previa gastos de R$ 5,64 bilhões, mas a cifra estava defasada - não continha valores de obras no complexo de Deodoro (que recebeu eventos como basquete e hóquei na grama) e em Copacabana.

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