Cunha diz que prisão de Fichtner assusta Cabral

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que a prisão do ex-secretário da Casa Civil do Rio, o advogado Régis Fichtner, estaria deixando o ex-governador Sérgio Cabral preocupado, segundo a coluna Radar; de acordo com Cunha, Fichtner conhece histórias "interessantíssimas" sobre as nomeações para o Judiciário feitas durante o governo Cabral

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que a prisão do ex-secretário da Casa Civil do Rio, o advogado Régis Fichtner, estaria deixando o ex-governador Sérgio Cabral preocupado, segundo a coluna Radar; de acordo com Cunha, Fichtner conhece histórias "interessantíssimas" sobre as nomeações para o Judiciário feitas durante o governo Cabral
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que a prisão do ex-secretário da Casa Civil do Rio, o advogado Régis Fichtner, estaria deixando o ex-governador Sérgio Cabral preocupado, segundo a coluna Radar; de acordo com Cunha, Fichtner conhece histórias "interessantíssimas" sobre as nomeações para o Judiciário feitas durante o governo Cabral (Foto: Charles Nisz)


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Rio 247 - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que a prisão do ex-secretário da Casa Civil do Rio, o advogado Régis Fichtner, estaria deixando o ex-governador Sérgio Cabral muito preocupado. De acordo com Cunha, Fichtner conhece histórias "interessantíssimas" sobre as nomeações para o Judiciário feitas durante o governo Cabral. As informações são da coluna Radar, da Revista Veja. 

Fichtner foi preso em 23/11, na Operação C'est fini (É o fim, em francês), desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. O nome da operação é uma alusão às famosas fotos da "Farra dos Guardanapos", na qual Cabral, secretários e empresários celebram num restaurante de luxo em Paris a escolha do Rio como sede da Olimpíada. Empresários costumavam procurar Fichtner para obter facilidades junto ao governo Cabral.

A Operação também apura um esquema no uso de precatórios por empresas que tinham dívidas, tributos e impostos com o governo do estado, e também por empresas que tinham interesse em fazer negócios com o governo e que procuravam justamente o escritório de advocacia de Fichtner.

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