Crivella diz vai reduzir total de secretarias “a menos da metade”

Prefeito eleito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), prometeu um governo austero, mas sem deixar de atender as necessidades da população em áreas como saúde e educação; "Vamos fazer um governo austero. Estamos vivendo um ajuste fiscal. O número de secretarias será menos da metade", anunciou; Crivella também disse que irá procurar ampliar parcerias com o governo federal; "Precisamos de parcerias. E não vou abrir mão delas", afirmou

O candidato ao cargo de governador do Rio de Janeiro,Marcelo Crivella (PRB), concede entrevista (Fernando Frazão/Agência Brasil)
O candidato ao cargo de governador do Rio de Janeiro,Marcelo Crivella (PRB), concede entrevista (Fernando Frazão/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O prefeito eleito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), disse que irá reduzir o número de secretarias municipais "a menos da metade" e prometeu que irá realizar um governo austero, mas sem deixar de atender as necessidades da população em áreas como saúde e educação. "Será uma caça aos valores na hora de montar o secretariado, que deverá ser muito enxuto. Vamos fazer um governo austero. Estamos vivendo um ajuste fiscal. O número de secretarias será menos da metade", afirmou.

Crivella, porém, não adiantou quais secretarias pretende extinguir ao assumir o governo municipal. Ele assegurou à população que fará uma administração técnica e honesta e destacou que pretende implantar uma série de mutirões para atender a necessidades específicas da população, como a realização de cirurgias de catarata.

Ele também elogiou a receptividade do atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB),e disse que está procurando pessoas que desejem melhorar a qualidade de vida da cidade. "Eu vou me unir àqueles que acreditam que é preciso cuidar das pessoas, principalmente na saúde e educação", afirmou.

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Crivella também disse irá procurar ampliar parcerias com o governo federal. "O Paes sabe que é preciso para governar paz. E também o fim de todas as ofensas. Agora é hora de se unir. O Rio precisa de união para ter força. E eu me refiro também ao governo federal. Não vamos fazer do Rio de Janeiro um 'bunker', absolutamente, queremos parcerias. O estado já está em crise. Com toda essa demanda da saúde e da educação, muitas delas caem no município. Por isso, precisamos de parcerias. E não vou abrir mão delas", destacou.

 

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