Crise leva UPA do Rio a restringir atendimento

A crise na saúde pública do Rio levou à restrição da prestação de serviço na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio; o motivo é a falta de segurança; os profissionais que fazem a vigilância da área entraram em greve porque não foram pagos pelo governo estadual; a UPA de Santa Luzia, também em São Gonçalo, abriu apenas a odontologia e a pediatria, e o restante está com o atendimento restrito, pois os funcionários continuam sem receber a segunda parcela do décimo terceiro salário

A crise na saúde pública do Rio levou à restrição da prestação de serviço na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio; o motivo é a falta de segurança; os profissionais que fazem a vigilância da área entraram em greve porque não foram pagos pelo governo estadual; a UPA de Santa Luzia, também em São Gonçalo, abriu apenas a odontologia e a pediatria, e o restante está com o atendimento restrito, pois os funcionários continuam sem receber a segunda parcela do décimo terceiro salário
A crise na saúde pública do Rio levou à restrição da prestação de serviço na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio; o motivo é a falta de segurança; os profissionais que fazem a vigilância da área entraram em greve porque não foram pagos pelo governo estadual; a UPA de Santa Luzia, também em São Gonçalo, abriu apenas a odontologia e a pediatria, e o restante está com o atendimento restrito, pois os funcionários continuam sem receber a segunda parcela do décimo terceiro salário (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - A crise na saúde pública do Rio levou à restrição da prestação de serviço na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. O motivo é a falta de segurança. Os profissionais que fazem a vigilância da área entraram em greve porque não foram pagos pelo governo estadual.

A UPA de Santa Luzia, também em São Gonçalo, só abriu a odontologia e a pediatria e o restante está com o atendimento restrito pois os funcionários continuam sem receber a segunda parcela do décimo terceiro salário. No Hospital Estadual Alberto torres, a informação é que o serviço está funcionando normalmente, mas os depoimentos dos pacientes contrariam essa versão. Uma jovem com problemas de pressão desmaiou na porta do hospital após ser dispensada da emergência. As informações são do G1.

Uma idosa de 77 anos saiu de cadeira de rodas em busca de outro lugar. Com problemas na vesícula, ela foi mais uma a ser recusada no Alberto Torres. “Expliquei que ela tá muito fraca, não aceirando alimentação, mas disse q ela não tem médico p ir. Nós vamos para Itaboraí de novo, vamos rodar por aí. Vamos encontrar médico”, afirmou a doméstica Sonia Regina.

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Além da crise, a Secretaria Estadual de Saúde começará o ano em transição. O titular da pasta, Felipe Peixoto, anunciou que deixaria o cargo no fim do ano. Ele, seu sucessor, o ortopedista Luiz Antônio Teixeira Júnior, e o governador Luiz Fernando Pezão admitem que o crescimento da rede já não encontra sustentação financeira.

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