Crise do petróleo faz Rio perder 36 mil empregos

Capital foi a cidade brasileira que mais fechou empregos formais neste ano; ao todo, foram 36,6 mil empregos líquidos fechados (contratações menos demissões) no primeiro semestre; um dos fatores para a queda é a crise da indústria do petróleo; setor passa por dificuldades, como a queda do preço do barril de petróleo, a má situação financeira da Petrobras e o desenrolar da operação Lava Jato

Capital foi a cidade brasileira que mais fechou empregos formais neste ano; ao todo, foram 36,6 mil empregos líquidos fechados (contratações menos demissões) no primeiro semestre; um dos fatores para a queda é a crise da indústria do petróleo; setor passa por dificuldades, como a queda do preço do barril de petróleo, a má situação financeira da Petrobras e o desenrolar da operação Lava Jato
Capital foi a cidade brasileira que mais fechou empregos formais neste ano; ao todo, foram 36,6 mil empregos líquidos fechados (contratações menos demissões) no primeiro semestre; um dos fatores para a queda é a crise da indústria do petróleo; setor passa por dificuldades, como a queda do preço do barril de petróleo, a má situação financeira da Petrobras e o desenrolar da operação Lava Jato (Foto: José Barbacena)


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Rio 247 - Dados do Caged mostram números nada animadores para o Rio de Janeiro. A capital foi a cidade brasileira que mais fechou empregos formais neste ano. Ao todo, foram 36,6 mil empregos líquidos fechados (contratações menos demissões) no primeiro semestre. 

A fase ruim acontece exatamente um ano antes da realização dos Jogos Olímpicos na cidade. Apenas em junho o Rio perdeu 2.554 empregos formais. 

Matéria da Folha mostra que um dos fatores para a queda é a crise da indústria do petróleo. O setor passa por dificuldades, como a queda do preço do barril de petróleo, a má situação financeira da Petrobras e o desenrolar da operação Lava Jato.

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As demissões na cidade no primeiro semestre ocorreram, por exemplo, nas áreas de construção e manutenção de embarcações (3.500), exploração e produção de petróleo (279) e produção de biocombustíveis (183).

As demissões provocadas pela atividade podem ser ainda maiores se contabilizados empregos indiretos, como nos cortes em serviços (14 mil) no ano.

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Brasil

O Brasil cortou 111.199 vagas de trabalho com carteira assinada em junho, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (17). Esse é o pior resultado para o mês desde 1992 (na comparação sem ajustes).

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Na série ajustada, que usa as informações declaradas fora do prazo, no acumulado do ano o país teve uma perda de 345.417 empregos.

Nos últimos doze meses, a redução foi de 601.924 postos.

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