Crise da Petrobras faz surgir 'praça do desempregado' em Macaé

Crise na cidade de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro, foi para além dos prestadores de serviços da Petrobras e se alastrou por outros setores, como o comércio, serviços e imobiliário; de acordo com o Sindicato dos Empregados do Comércio de Macaé, cerca de 630 estabelecimentos encerraram suas atividades apenas nos sete primeiros meses do ano e a falta de vagas de empregos levou até mesmo a praça Veríssimo de Melo, no centro da cidade, a ser apelidada de "praça do desempregado

Crise na cidade de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro, foi para além dos prestadores de serviços da Petrobras e se alastrou por outros setores, como o comércio, serviços e imobiliário; de acordo com o Sindicato dos Empregados do Comércio de Macaé, cerca de 630 estabelecimentos encerraram suas atividades apenas nos sete primeiros meses do ano e a falta de vagas de empregos levou até mesmo a praça Veríssimo de Melo, no centro da cidade, a ser apelidada de "praça do desempregado
Crise na cidade de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro, foi para além dos prestadores de serviços da Petrobras e se alastrou por outros setores, como o comércio, serviços e imobiliário; de acordo com o Sindicato dos Empregados do Comércio de Macaé, cerca de 630 estabelecimentos encerraram suas atividades apenas nos sete primeiros meses do ano e a falta de vagas de empregos levou até mesmo a praça Veríssimo de Melo, no centro da cidade, a ser apelidada de "praça do desempregado (Foto: Paulo Emílio)


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Rio 247 - A crise na cidade de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro, foi para além dos prestadores de serviços da Petrobras e se alastrou por outros setores, como o comércio, serviços e imobiliário. De acordo com o Sindicato dos Empregados do Comércio de Macaé, cerca de 630 estabelecimentos tenham encerrado suas atividades apenas nos sete primeiros meses do ano.

O município fluminense é a principal plataforma de apoio da Petrobras às operações desenvolvidas na bacia de Campos. Desde 2015, porém, Macaé acumula um saldo de 29,1 mil postos de trabalho perdidos. Queda foi motivada pela decisão da Petrobras em direcionar seus esforços e recursos na exploração da camada do pré-sal na bacia de Santos.

A falta de vagas de empregos levou até mesmo a praça Veríssimo de Melo, no centro da cidade, a ser apelidada de "praça do desempregado". O apelido se deve à troca de informações feitas no local pelos desempregados do município.

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A Petrobras diz estar direcionando seus para reduzir o endividamento de maneira a registrar "um ciclo virtuoso de mais investimentos, maior receita, mais empregos, royalties e arrecadação".

 

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