Cremerj: vereador pode ter registro médico cassado

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro abriu sindicância para apurar denúncias contra o vereador Gilberto de Oliveira Lima (PTN) e sua mulher Mara Gisele Santos Souza; ambos são médicos e plantonistas do Hospital Rocha Faria, Campo Grande, recém-municipalizado, e foram acusados de terem infringido o Código de Ética Médica ao faltarem plantões; o presidente do conselho, Pablo Vasques, informou que, caso as denúncias se comprovem, será aberto um processo ético com possibilidade de cassação do registro médico  

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro abriu sindicância para apurar denúncias contra o vereador Gilberto de Oliveira Lima (PTN) e sua mulher Mara Gisele Santos Souza; ambos são médicos e plantonistas do Hospital Rocha Faria, Campo Grande, recém-municipalizado, e foram acusados de terem infringido o Código de Ética Médica ao faltarem plantões; o presidente do conselho, Pablo Vasques, informou que, caso as denúncias se comprovem, será aberto um processo ético com possibilidade de cassação do registro médico
 
O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro abriu sindicância para apurar denúncias contra o vereador Gilberto de Oliveira Lima (PTN) e sua mulher Mara Gisele Santos Souza; ambos são médicos e plantonistas do Hospital Rocha Faria, Campo Grande, recém-municipalizado, e foram acusados de terem infringido o Código de Ética Médica ao faltarem plantões; o presidente do conselho, Pablo Vasques, informou que, caso as denúncias se comprovem, será aberto um processo ético com possibilidade de cassação do registro médico   (Foto: Leonardo Lucena)


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Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro abriu sindicância para apurar denúncias contra o vereador Gilberto de Oliveira Lima (PTN) e sua mulher Mara Gisele Santos Souza.

Ambos são médicos e plantonistas do Hospital Rocha Faria, Campo Grande, recém-municipalizado. Eles foram acusados em matéria do Jornal Nacional da TV Globo, nesta segunda-feira (11), de terem infringido o Código de Ética Médica.

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De acordo com a reportagem, o vereador, que é anestesista, não comparece aos plantões em que é escalado e Mara Gisele, médica e plantonista, tem escalas de plantão em diferentes hospitais no mesmo horário.

O presidente do conselho, Pablo Vasques, informou que, caso as denúncias se comprovem, será aberto um processo ético com possibilidade de cassação do registro médico.

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“A grande maioria dos médicos se esforça e não falta aos plantões, mesmo nessa situação ruim por que passa o estado, em que colegas trabalham sem receber. Então não é possível permitirmos que colegas que faltem ao plantão permaneçam impunes”, comentou ele.

“Por outro lado, temos que ter certeza do ilícito para não cometer injustiça. Precisamos saber, por exemplo, se o Gilberto estava licenciado por ser vereador ou não. Precisamos ter segurança das informações para fazer julgamento de valor”, disse.

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A Secretaria municipal de Saúde informou que a nova organização gestora do Rocha Faria – Hospital Maternidade Terezinha de Jesus - não recontratará Gilberto de Oliveira Lima.

A Secretaria estadual de Saúde determinou a instauração de processo administrativo para apurar as denúncias contra Mara Gisele e Gilberto Lima, porque, antes, o hospital era administrado pelo estado.

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A assessoria de Gilberto de Oliveira Lima informou que está reunindo documentação necessária para a defesa do vereador e que contestará, em seu tempo, por nota, as denúncias.

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