CPIs visitam presídio para ouvir PMs por fuzilamento

Deputados do Rio que integram Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) relacionadas à segurança pública visitam nesta sexta feira (4), a Unidade Especial Prisional (UEP), onde estão presos os policiais militares que cometeram crimes e irregularidades administrativas; no local estão os quatro policiais suspeitos de fuzilar cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, quando voltavam de um shopping

Deputados do Rio que integram Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) relacionadas à segurança pública visitam nesta sexta feira (4), a Unidade Especial Prisional (UEP), onde estão presos os policiais militares que cometeram crimes e irregularidades administrativas; no local estão os quatro policiais suspeitos de fuzilar cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, quando voltavam de um shopping
Deputados do Rio que integram Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) relacionadas à segurança pública visitam nesta sexta feira (4), a Unidade Especial Prisional (UEP), onde estão presos os policiais militares que cometeram crimes e irregularidades administrativas; no local estão os quatro policiais suspeitos de fuzilar cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, quando voltavam de um shopping (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Deputados do Rio que integram Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) relacionadas à segurança pública visitam nesta sexta feira (4), a Unidade Especial Prisional (UEP), onde estão presos os policiais militares que cometeram crimes e irregularidades administrativas. No local estão os quatro policiais suspeitos de fuzilar cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, no último sábado (28), quando voltavam de um shopping.

Os parlamentares querem ouvir os policiais para saber quais ordens foram dadas pelo alto comando em relação ao caso. Os PMs alegaram que faziam ronda no local para encontrar um grupo que teria saqueado um caminhão. De acordo com informações do jornal Extra, o carro dos suspeitos sequer tinha a mesma cor do carro das vítimas assassinadas.

A Polícia Civil, que investiga o caso, suspeita que os PMs tenham armado uma emboscada e se confundido.

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