Covas definirá dia 22 retomada das aulas presenciais na cidade de SP

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), deverá definir na quinta-feira da próxima semana, dia 22, se as aulas presenciais serão retomadas na capital paulista a partir de 3 de novembro. De acordo com o Executivo municipal, a principal dúvida é sobre como garantir que familiares de alunos não serão contaminados

Bruno Covas
Bruno Covas (Foto: Governo de São Paulo)


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247 - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), deverá definir na quinta-feira da próxima semana, dia 22, se as aulas presenciais serão retomadas na capital paulista a partir de 3 de novembro. O Executivo municipal informou que não se trata de um "adiamento" da decisão, mas é necessário analisar outras questões em conjunto com a sétima fase do inquérito sorológico, que teve os dados divulgados nesta terça-feira (13). 

De acordo com a prefeitura, a principal dúvida é sobre como garantir que familiares de alunos não serão contaminados. "Esse é o cerne da preocupação sobre a volta às aulas na cidade de São Paulo. É exatamente essa a questão que fez com que, até agora, a prefeitura restringisse. Estamos falando da possibilidade de essas crianças levarem, depois, a doença para dentro de casa, e não apenas se contaminarem", afirmou, segundo relatos publicados pelo jornal Folha de S.Paulo

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Covas destacou que boa parte dos alunos convivem com pessoas acima de 60 anos em casa (de 26% a 29% dos estudantes da rede pública). "É exatamente por isso que temos feito com a maior cautela necessária, para que, quando retomar, a gente tenha algo de forma modular na cidade de São Paulo, para que não tenha um segundo pico da doença e não coloque em risco a saúde das crianças, dos professores e dos familiares", disse.

O secretário municipal da Educação, Bruno Caetano, afirmou que a decisão se dará por meio de um "contexto de informações". "Inquérito sorológico, censo sorológico e também todos os outros indicadores da cidade de São Paulo. O que prefeitura informou é que, durante o mês de outubro, com o avançar do inquérito e, principalmente, do censo, e das demais informações, vai se pronunciar", afirmou. 

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"Então não há qualquer tipo de atraso ou adiamento dessa manifestação. A prefeitura, no mês de outubro, se manifestará sobre a data possível do dia 3 de novembro", acrescentou. 

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