Corregedoria vai investigar selfies de policiais com Rogério 157

A corregedoria interna da Polícia Civil abriu um processo para apurar a divulgação de selfies e fotos de policiais civis com o traficante Rogério 157, preso na manhã desta quarta-feira 6; as fotos tiradas pelos policiais com o traficante detido circularam nas redes sociais e, na visão do secretário de segurança pública, Roberto Sá, são fruto de "euforia"

A corregedoria interna da Polícia Civil abriu um processo para apurar a divulgação de selfies e fotos de policiais civis com o traficante Rogério 157, preso na manhã desta quarta-feira 6; as fotos tiradas pelos policiais com o traficante detido circularam nas redes sociais e, na visão do secretário de segurança pública, Roberto Sá, são fruto de "euforia"
A corregedoria interna da Polícia Civil abriu um processo para apurar a divulgação de selfies e fotos de policiais civis com o traficante Rogério 157, preso na manhã desta quarta-feira 6; as fotos tiradas pelos policiais com o traficante detido circularam nas redes sociais e, na visão do secretário de segurança pública, Roberto Sá, são fruto de "euforia" (Foto: Gisele Federicce)


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Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

A corregedoria interna da Polícia Civil abriu um processo para apurar a divulgação de selfies e fotos de policiais civis com o traficante Rogério 157, preso na manhã de hoje (6). As fotos tiradas pelos policiais com o traficante detido circularam nas redes sociais e, na visão do secretário de segurança pública, Roberto Sá, são fruto de "euforia".

"A gente não deve glamourizar criminosos. Ele é mais um dos 4 mil criminosos que as polícias prendem por mês, mesmo com a escassez de recursos. Mas é emblemática, sim, essa prisão. Então, houve uma euforia, uma alegria, que é muito possível pelas fotos que tenha passado do ponto", disse Sá.

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O chefe da Polícia Civil, Carlos Leba, informou que os policiais envolvidos prestarão esclarecimentos em oitivas.O secretário defendeu que é preciso "compreender a euforia", mas enfatizou que qualquer tipo de ato que "glamourize" criminosos deve ser reprovado.

"O evento já é objeto de apuração pela corregedoria interna, inclusive motivando a oitiva das pessoas envolvidas, porque entendemos que o que sai do protocolo tem que ser objeto de esclarecimento e aperfeiçoamento", disse Leba.

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