Corpus Christi: Rio mantém tradição e faz tapete na rua

A tradição foi mantida e 60 tapetes foram confeccionados para marcar a festa de Corpus Christi na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, no centro do Rio; além do colorido e de diversas figuras, os fiéis usaram de criatividade na escolha do material; teve desenho formado com o uso de sal grosso, serragem, flores, folhas e até pó de café

A tradição foi mantida e 60 tapetes foram confeccionados para marcar a festa de Corpus Christi na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, no centro do Rio; além do colorido e de diversas figuras, os fiéis usaram de criatividade na escolha do material; teve desenho formado com o uso de sal grosso, serragem, flores, folhas e até pó de café
A tradição foi mantida e 60 tapetes foram confeccionados para marcar a festa de Corpus Christi na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, no centro do Rio; além do colorido e de diversas figuras, os fiéis usaram de criatividade na escolha do material; teve desenho formado com o uso de sal grosso, serragem, flores, folhas e até pó de café (Foto: Gisele Federicce)


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Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil*

A tradição foi mantida, e 60 tapetes foram confeccionados para marcar a festa de Corpus Christi na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, no centro do Rio.

Os tapetes foram montados desde o altar até o portão da catedral, na Avenida Chile. Além do colorido e de diversas figuras, os fiéis usaram de criatividade na escolha do material. Teve desenho formado com o uso de sal grosso, serragem, flores, folhas e até pó de café.

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Para produzir dois tapetes, integrantes da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, do bairro do Grajaú, na zona norte do Rio, utilizaram cerca de 100 quilos de sal grosso.

A funcionária pública Marta de Castro, desde criança, participa da montagem. Ela tem 33 anos e levou o marido e as filhas, uma de 4 anos e a outra de 11 meses, para participar das comemorações. "A organização de fazer os tapetes depende primeiro de mobilizar um grupo na igreja que queira vir aqui em um feriado e doar o seu trabalho e o seu tempo", disse ela sobre a mobilização para confeccionar os tapetes.

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O aposentado alagoano Guido Pedro da Silva tem 68 anos e frequenta a Paróquia Matriz de Santa Rita, também no centro da cidade. Morador do Rio há 59 anos, Silva diz que, para ele, a confecção dos tapetes, além de promover a convivência, é uma forma de arte. "A gente chega aqui muito cedo, se diverte, lancha, trabalha, é emocionante. É gratificante porque a gente sabe que é um trabalho que no final de tudo surge uma arte bonita. Aqui ninguém é profissional."

Lucas Fernandes tem 17 anos e mora na Cidade de Deus, na zona oeste. Hoje foi a primeira vez que ele e a Paróquia Pai Eterno e São José, que frequenta, se envolveram na decoração dos tapetes.

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"Foi complicado, mas foi bom para ganhar experiência. [O desenho] é Jesus segurando o pão em cima do cálice, representando a eucaristia, que é a nossa festa de hoje", contou sorridente.

Denise Santos, de 19 anos, também é da paróquia da Cidade de Deus e quis participar para sentir como era fazer o tapete da catedral, um sonho, segundo ela, de toda a comunidade. Denise faz parte do grupo jovem da paróquia. "Se hoje a gente teve paciência de fazer – porque é difícil, jovem não tem paciência – é por um único propósito, que é servir a Deus", disse.

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Aline Oliveira, que integra o Movimento Comunhão de Participação (MCP), está no segundo ano da montagem dos tapetes e levou o filho Mateus, que gostou de estar lá. "É uma experiência bacana e a gente conhece como fazer", indicou.

A turista argentina Mônica Francia admirou a montagem dos tapetes. Ela considerou o trabalho muito bonito, ainda mais por ter tantos jovens participando. Mônica, que mora em Buenos Aires, mandou uma mensagem: "Que cuidem da juventude. Que Jesus e o Papa Francisco nos protejam e que haja cada vez mais para isto", disse.

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O caminho formado pelos tapetes é a parte final da procissão que começa na Igreja da Candelária, também no centro, e termina na Catedral Metropolitana.

*Colaborou Tâmara Freire, do Radiojornalismo

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