Contra desobediência de líderes religiosos, Justiça de SP proíbe cultos e missas

Objetivo é proibir a aglomeração de pessoas como medida de combate ao coronavírus. Decisão atende a um pedido do MP-SP

Templo de Salomão, em São Paulo
Templo de Salomão, em São Paulo (Foto: REUTERS/Nacho Doce)


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247 - A Justiça de São Paulo decidiu atender a um pedido do Ministério Público Estadual e proibir cultos e missas no Estado.

Na decisão, o juiz Randolfo Ferraz de Campos, da 14ª Vara Pública da Capital, determinou a suspensão imediata de “qualquer atividade não essencial e de eventos religiosos” e a  interdição dos estabelecimentos que descumprirem a liminar, se necessário, informa reportagem do Globo.

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Ele disse que a medida foi necessária porque líderes religiosos estavam desobedecendo a recomendação do governo estadual, de cancelar eventos para evitar a aglomeração de pessoas, como medida de combate ao coronavírus.

Um exemplo foi o empresário Silas Malafaia, que se recusou a fechar seus templos e chegou a desafiar políticos a fazerem isso, até esta sexta-feira 20, quando recuou e decidiu suspender os cultos.

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