Contra "Aezão", PT dá aval à aliança com PSB no Rio
Cúpula do PT e o comando da campanha da presidente Dilma Rousseff decidiram trabalhar pelo fortalecimento da candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) ao governo do Rio de Janeiro; medida é uma resposta ao movimento “Aezão” (de apoio de peemedebistas do Rio ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves); petistas identificam que o grupo que alimenta o apoio a Aécio é o mesmo grupo do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB)
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247 - A cúpula do PT e o comando da campanha da presidente Dilma Rousseff decidiram trabalhar pelo fortalecimento da candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) ao governo do Rio de Janeiro. A medida é uma resposta ao movimento “Aezão” (de apoio de peemedebistas do Rio ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves). Os petistas identificam que o grupo que alimenta o apoio a Aécio é o mesmo grupo do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).
De início, a aliança enfrentou a resistência de petistas fluminenses e dirigentes nacionais, que não querem ceder o palanque ao presidenciável do PSB, Eduardo Campos. Ao longo deste sábado, no entanto, pessoas ligadas a Lindbergh explicaram que isso não aconteceria.
Os petistas já anteveem uma reação forte de Cabral, mas acham que a possível crise será compensada pelo maior tempo de TV que o PSB agregará à campanha de Lindbergh, que terá um palanque forte para ajudar Dilma no estado. O PT, no entanto, não aceita que Lindbergh abra seu palanque para Campos.
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