Continua operação contra as drogas em Macaé
As equipes do BOPE, do Batalhão de Choque do Rio e quase duzentos policiais do 32º Batalhão da PM de Macaé seguem com a operação "Pente Fino" infiltrados nas comunidades em Macaé; o objetivo é desarticular traficantes que estão agindo nesses pontos na tentativa de se reinstalarem para o domínio das comunidades; a operação não tem data para terminar
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Sandra Santos, Clique Diário - As equipes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), do Batalhão de Choque do Rio de Janeiro e quase duzentos policiais do 32º Batalhão da PM de Macaé mantiveram ontem e seguem hoje com a operação "Pente Fino" infiltrados nas comunidades em Macaé. O objetivo é desarticular traficantes que estão agindo nesses pontos na tentativa de se reinstalarem para o domínio das comunidades. Até ontem não havia sido necessário o apoio de helicópteros já liberados pelo Comando Geral da PM da Capital. A operação começou na madrugada da última sexta-feira e não tem data para terminar.
Ontem a cão contou ainda com a força de militares dos batalhões de Santo Antônio de Pádua (36º BPM) e de Itaperuna (29º BPM) ambos instalados na Região Noroeste do Estado, além de agentes da Polícia Federal. A ação é concentrada nas comunidades das Malvinas, Nova Holanda e Nova Esperança, além de vias de acesso à cidade.
Até o fechamento desta edição cinco pessoas haviam sido presas e armas, munições e drogas apreendidas na comunidade Malvinas e Nova Holanda. Até então não ocorreu nenhum confronto entre traficantes e policiais.
As três comunidades, que são vizinhas, estão totalmente cercadas pelos policias. No entanto, alguns moradores declararam que logo no início da operação muitos traficantes deixaram as comunidades levando armas e drogas com medo de terem prejuízos.
"Alguns ainda permanecem na cidade, mas em outras comunidades que fazem parte da mesma facção criminosa. Vamos estender a ação às demais comunidades que sabemos quais são e podem ter abrigado esses fugitivos da Polícia. Porém acreditamos ainda que os líderes podem ter se refugiado para favelas da Capital fugindo da ação", afirmou o comandante do 32º BPM (Macaé) tenente coronel Ramiro oliveira Campos.
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