Chico D’Angelo pede serenidade à oposição
Deputado federal Chico D’Angelo (PT-RJ) pediu tranquilidade, serenidade e tolerância à oposição para encarar a situação após o sepultamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; “Depois da derrota, criem perspectiva de emprego para a juventude, para o trabalhador e para as mulheres do Brasil”, afirmou; o parlamentar elogiou a população que foi às ruas no último dia 31 defender a legalidade; “A regra é clara: tem que respeitar a Constituição"
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Rio 247 - O deputado federal Chico D’Angelo (PT-RJ) pediu, nessa quarta-feira (6), tranquilidade, serenidade e tolerância à oposição para encarar a situação após o sepultamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara.
“Depois da derrota, criem perspectiva de emprego para a juventude, para o trabalhador e para as mulheres do Brasil”, afirmou Chico, indicando a leitura do filósofo italiano Norberto Bobbio: “Elogio da Serenidade”. Segundo o parlamentar, o escritor diz que “A democracia precisa de cidadãos virtuosamente democráticos, ou seja, comprometidos com o combate a toda forma de preconceito, e com a pratica cotidiana da tolerância”.
O congressista elogiou a população que foi às ruas no último dia 31 defender a legalidade. “A regra é clara: tem que respeitar a Constituição. No campo das ruas, o que a gente está vendo, por exemplo, no meu Estado, no Rio de Janeiro, (e estive na última quinta-feira no Largo da Carioca), foi grata surpresa de ver 70 mil pessoas nas ruas. E a minoria era do PT. Foi um ato suprapartidário. Estavam ali democratas. Algumas pessoas críticas ao governo Dilma e ao PT, diziam na rua: golpe, não. Cumpra-se o prazo eleitoral legal”, afirmou.
Sobre a defesa feita pelo ministro da Advocacia Geral da União, José Eduardo Cardoso, do Mandato da presidenta da República, D'Angelo afirmou que o ministro "deu uma verdadeira aula do direito e da Constituição. Deixando claro de uma maneira inequívoca que: se não há crime de responsabilidade, o impeachment é golpe”. Chico D’Angelo revelou que conversou com três deputados do Rio e que eles já admitiram a derrota da tentativa de golpe.
Na abertura da Frente Parlamentar Em Defesa da Reforma Psiquiátrica e da Luta Antimanicomial, o petista comparou o momento por que passa o Brasil com a reforma psiquiátrica. “Os mesmos que votaram o retrocesso do país em pautas como a maioridade penal, no ano passado, querem nos fazer retroceder ainda mais”, afirmou. Ele disse ainda que nos próximos 12 dias “a Constituição, que foi fruto de muita luta do povo brasileiro, está em risco, caso aconteça o que quer o presidente da Câmara e alguns deputados”.
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