Chico Alencar: Temer tenta constranger a PF

Em vídeo, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirma que Michel Temer tenta "constranger a PF, que está fazendo uma investigação absolutamente necessária"; "Na Câmara ele conseguiu (barrar duas denúncias), mas na Polícia Federal não ele vai conseguir fazer isso. Nem devia tentar"; no começo deste ano, Temer teve pelo menos duas reuniões, em agenda secreta, com o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia; assista ao vídeo

Em vídeo, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirma que Michel Temer tenta "constranger a PF, que está fazendo uma investigação absolutamente necessária"; "Na Câmara ele conseguiu (barrar duas denúncias), mas na Polícia Federal não ele vai conseguir fazer isso. Nem devia tentar"; no começo deste ano, Temer teve pelo menos duas reuniões, em agenda secreta, com o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia; assista ao vídeo
Em vídeo, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirma que Michel Temer tenta "constranger a PF, que está fazendo uma investigação absolutamente necessária"; "Na Câmara ele conseguiu (barrar duas denúncias), mas na Polícia Federal não ele vai conseguir fazer isso. Nem devia tentar"; no começo deste ano, Temer teve pelo menos duas reuniões, em agenda secreta, com o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia; assista ao vídeo (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) criticou uma eventual tentativa de Michel Temer em interferir nas investigações da Polícia Federal sobre um esquema de corrupção com o Decreto dos Portos, editado pelo emedebista em maio do ano passado.

Em vídeo, o parlamentar reforçou que Temer não pode usar sua função para "reclamar de investigação". Segundo o congressista, o emedebista tenta "constranger a PF, que está fazendo uma investigação absolutamente necessária". Na Câmara ele conseguiu (barrar duas denúncias), mas na Polícia Federal não ele vai conseguir fazer isso. Nem devia tentar".

No começo deste ano, Temer teve pelo menos duas reuniões, em agenda secreta, com o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, que deixou o cargo. Nas duas vezes, sem a presença do ministro da Justiça, a quem Segóvia é subordinado.

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A PF investiga suposto favorecimento a empresas do setor portuário em troca de propina. Dois operadores de Temer - o coronel João Baptista de Lima Filho e o advogado José Yunes - se tornaram réus na Justiça do Distrito Federal por organização criminosa, decisão judicial que também atingiu membros do MDB.

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