Centro de Tratamento de Anomalias ameaça fechar
Os funcionários do Centro de Tratamento de Anomalias Craniofaciais, da Uerj, estão sem salários há quatro meses; cirurgias importantes estão sendo canceladas e a unidade de referência ameaça ser fechada; a unidade faz cerca de 50 atendimentos por dia, mas o número caiu pela metade, pois os 40 funcionários, entre contratados e terceirizados, estão com os salários atrasados desde outubro do ano passado
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Rio 247 - Os funcionários do Centro de Tratamento de Anomalias Craniofaciais, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), estão sem salários há quatro meses. Cirurgias importantes estão sendo canceladas e a unidade de referência ameaça ser fechada, conforme mostrou o RJTV. A unidade faz cerca de 50 atendimentos por dia, mas o número caiu pela metade, pois os 40 funcionários, entre contratados e terceirizados, estão com os salários atrasados desde outubro do ano passado.
“A gente forma opinião, a gente criou experiência e, com este time, a gente assiste então a demanda do Estado. E esse dinheiro parou de sair do estado. É uma soma muito pequena diante do benefício que traz para a população,” afirmou o diretor do centro, Henrique Cintra.
O centro é o terceiro no Brasil que oferece uma estrutura interdisciplinar com fisioterapeutas, dentistas, otorrinos, psicólogos, cirurgiões plásticos, pediatras e outros profissionais que são preparados para atender casos de fissura labial, mais conhecida como lábio leporino.
Na última terça-feira (19), a direção do Hospital Pedro Ernesto, que também é da Uerj, cancelou todas a cirurgias até o próximo domingo (24), em consequência de vazamentos de água provocados pela chuva, em uma área do hospital que havia sido reinaugurada há dois meses. Um dos alagamentos aconteceu em um corredor ao lado do centro cirúrgico.
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