Castro debate com prefeitos possibilidade de festa de réveillon no Rio
'Na fotografia de hoje não há desespero', destacou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que afirmou, no entanto, que o estado “é a porta para a entrada de estrangeiros no país” e, por isso, é preciso cuidado
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247 - O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, pretende debater com os prefeitos do estado se existem condições de haver a festa de réveillon na capital. Segundo o jornal O Globo, ele irá tomar a decisão sobre a festa na virada junto com os municípios.
De acordo com Castro, “o estado do Rio é a porta para a entrada de estrangeiros no país” e, por isso, está acompanhando junto da Secretaria estadual de Saúde como é a nova variante para evitar que ele chegue no Rio.
“Ontem a noite eu me reuni com o secretário de Saúde e perguntei a questão da variante. A Saúde está atenta sobre o que está acontecendo no mundo. Por enquanto, o que se sabe da variante é que ela é mais transmissível e menos agressiva. Nesse momento, os índices são muito bons”, declarou.
“Estamos na bandeira verde. Temos conversado com os prefeitos e vamos tomar essa decisão [de cancelar o réveillon ou não] juntos. Para essa semana não há necessidade. Estamos recebemos relatórios diários para entendermos até que ponto teremos necessidade”, disse Castro.
Ele ainda afirmou que “não é hora de falar de carnaval. A hora é olhar para o réveillon. Na fotografia de hoje não há desespero. Vou à Brasília amanhã, para entender o que eles estão pensando. O Rio é a porta de entrada para o país. O meu estado é o primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos está está bem preparado com isso”.
Sobre medidas para conter a disseminação da Covid-19, Castro destacou que “um estudo tem sido feito para fazer a retirada das máscaras em locais fechados. Vimos que ela já poderia ser retirada em locais abertos olhando o cenário internacional e número de casos no estado. Nesse momento estamos olhando para a cepa, que preocupa, e por hora não há sinalizações dos técnicos para debater novas flexibilizações. Ou seja, não teremos o fim do uso da máscara”.
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