Caso Patrícia Acioli: TJ-RJ mantém prisão de réus

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio d deferiu o pedido do Ministério Público de renovação da permanência do tenente-coronel da Polícia Militar Claudio Luiz da Silva Oliveira e do tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes no Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia; os réus são acusados de mandantes da emboscada e do assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros, no dia 11 de agosto de 2011

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio d deferiu o pedido do Ministério Público de renovação da permanência do tenente-coronel da Polícia Militar Claudio Luiz da Silva Oliveira e do tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes no Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia; os réus são acusados de mandantes da emboscada e do assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros, no dia 11 de agosto de 2011
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio d deferiu o pedido do Ministério Público de renovação da permanência do tenente-coronel da Polícia Militar Claudio Luiz da Silva Oliveira e do tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes no Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia; os réus são acusados de mandantes da emboscada e do assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros, no dia 11 de agosto de 2011 (Foto: Leonardo Lucena)


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Douglas Corrêa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O juízo da 3ª Vara Criminal de Niterói do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro deferiu o pedido do Ministério Público de renovação da permanência do tenente-coronel da Polícia Militar Claudio Luiz da Silva Oliveira e do tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes no Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia.

Os réus são acusados de mandantes da emboscada e assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros, quando deixou o Fórum de São Gonçalo e foi morta na porta de casa, em um condomínio na região oceânica de Niterói, no dia 11 de agosto de 2011.

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Os dois militares ainda não foram a julgamento. Eles são acusados como os principais acusados do crime: o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que comandava o 7º Batalhão de Polícia Militar (São Gonçalo) na época do assassinato e teria sido o mandante do assassinato da juíza; e o tenente Daniel dos Santos Benitez, que chefiava diretamente o grupo de PMs acusados do crime.

De acordo com a decisão, foi prorrogada a permanência dos dois oficiais em presídio federal pelo prazo de 180 dias tendo em vista não só a periculosidade dos presos, mas também a possível ingerência sobre agentes e órgãos de segurança pública do estado.

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"Serão recolhidos em estabelecimentos penais federais de segurança máxima aqueles cuja medida se justifique no interesse da segurança pública ou do próprio preso, condenado ou provisório", informou a decisão. Por medida de segurança, o Tribunal de Justiça não divulga mais o nome dos juízes que atuam em varas criminais.

Ainda na decisão, foi indeferido o pedido, feito pela defesa do réu Claudio Oliveira, de transferência para um presídio do estado do Rio de Janeiro.

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